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De olho em Pré-Olímpico de handebol, Brasil perde amistoso

A Seleção Brasileira masculina de handebol foi superada pela Tunísia por 26 a 24, neste sábado, no país africano, em amistoso de preparação para o Pré-Olímpico de Gotemburgo, na Suécia, que será disputado de 6 a 8 de abril.

Cinco jogadores do Brasil marcaram quatro gols cada: Teixeira, Léo, Borges, Chiuffa e Thiagus. A Seleção comandado pelo treinador espanhol Javier Garcia Cuesta enfrenta os donos da casa em novo amistoso na próxima segunda-feira, às 14h (horário de Brasília).

De acordo com Cuesta, a derrota aconteceu por conta do curto período de preparação da equipe. "Foi nossa primeira partida no ano. Ainda faltam ajustes, principalmente na transição da defesa para o ataque e nas finalizações."

A fase final de preparação da Seleção, na Tunísia, termina no dia 4 de abril, com o terceiro amistoso, contra uma equipe local. No dia seguinte à partida, os brasileiros viajam para Gotemburgo, Suécia, onde estreiam no Pré-Olímpico contra os donos da casa.

Na sequência, o time brasileiro enfrenta Hungria e Macedônia. Os dois primeiros colocados garantem vaga nas Olimpíadas de Londres, que serão disputadas de 28 de julho a 12 de agosto.

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Andrey quer fechar gol da Seleção de Handebol no Pré-Olímpico ao lado de Maik e Marcão

O técnico espanhol Javier Garcia Cuesta terá dois veteranos e um jovem talento à disposição para fechar o gol da Seleção Brasileira Masculina de Handebol no Pré-Olímpico de Gotemburgo, que será disputado de 6 a 8 de abril na Suécia. Ao lado dos irmãos Maik e Marcão, experientes em Mundiais, Pan-Americanos e Olimpíadas, estará o novato goleiro Andrey Fagundes. Com passagens pelas categorias Juvenil e Júnior, ele fará sua estreia na equipe principal, que briga para ir aos Jogos de Londres.

Andrey, de 21 anos, é o caçula dos 16 atletas convocados e está feliz com a oportunidade. “É o sonho de qualquer jogador integrar a Seleção principal. Uma experiência que não tem preço, ainda mais perto de dois grandes goleiros como o Maik e o Marcão. Estou me esforçando nos treinos para dar o máximo e ajudar nesse momento fundamental”, disse o jogador, que recebeu elogios de Javier. “Ele já demonstrou muito potencial na equipe Júnior e tenho certeza de que nos ajudará. A convocação é válida para o Andrey e para nós, já pensando na renovação do elenco”, destacou o treinador.

Marcão ressaltou a importância da presença de atletas novos no grupo. “O Andrey treina com muita vontade e dedicação e nos contagia com esse espírito jovem e guerreiro. Além disso, saber que eu e o Maik servimos de espelho para ele é um incentivo a mais para termos bom desempenho nos treinamentos e, principalmente, nos jogos”, comentou o goleiro de 35 anos, que, assim como o irmão, participou do vice-campeonato nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, no México, em outubro.

Reta final – Os 13 jogadores da Seleção que defendem clubes nacionais fizeram o último treino em quadra no Brasil nesta quarta-feira (28) no Ginásio Noêmia Assumpção, em Santo André. Na quinta (29), a manhã será de academia e, à noite, a delegação embarca para a Tunísia, na África, onde encerra a preparação. Lá, três atletas que atuam na Espanha se juntarão ao grupo: o armador Thiagus, o ponta Borges e o pivô Ales. O Brasil disputará três amistosos em solo africano: dois contra a seleção da Tunísia, nos dias 31 de março e 2 de abril, e um contra uma equipe local, no dia 4.

No dia 5, os brasileiros viajam para Gotemburgo, na Suécia, onde estreiam no Pré-Olímpico contra os donos da casa, no dia seguinte. O segundo confronto, no dia 7, será com a Hungria, e o último diante da Macedônia, no dia 8. Os dois primeiros colocados garantem vaga nas Olimpíadas de Londres, que serão disputadas de 28 de julho a 12 de agosto. O técnico da Seleção Brasileira analisou os três adversários. “A Suécia vai nos dar trabalho, principalmente por estar em casa. Já a Hungria é a seleção de maior tradição no handebol, enquanto a Macedônia tem um time fisicamente forte”, opinou Javier.

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O futuro de Bruno, Jaque e Dani

Trio pernambucano vai em busca da vaga em Londres nas seletivas de handebol e vôlei em abril e maio

Última chamada para três atletas pernambucanos assegurarem definitivamente presença nos Jogos Olímpicos de Londres. Bruno Santana, Jaqueline e Dani Lins terão como seletiva os pré-olímpicos de handebol e vôlei que acontecem nos próximos dois meses. O trio é veterano em Olimpíada. Mas o caminho para Londres é distinto. Bruno vai enfrentar uma missão complicada no Pré-Olímpico da Suécia, enquanto as meninas terão um caminho menos espinhoso, já que as adversárias são equipes sul-americanas e a competição vai acontecer em São Paulo. O time brasileiro certamente vai contar com o apoio da torcida. Até o momento, o país alcançou 165 vagas, em 23 modalidades para Londres.

O armador central da Seleção Brasileira de handebol Bruno Santana vai ser o primeiro a buscar a tão sonhada vaga. Depois de ter ficado com o vice-campeonato no Pan-Americano de Guadalajara, ano passado, o time brasileiro terá difícil missão no Torneio Pré-Olímpico, que tem início no próximo dia 6, na Suécia. A delegação viajou, ontem, para a Tunísia, onde será encerrada a preparação. Em solo africano, o Brasil disputará três amistosos, dois deles contra a seleção da casa.

Já o embarque para a Suécia só será em 5 de abril, véspera da estreia contra os suecos. Além dos anfitriões, o Brasil vai enfrentar Macedônia e Hungria. Somente os dois primeiros garantem vaga em Londres. “O grupo está ciente da missão que tem. Sabemos que será difícil, mas estamos otimistas e vamos acreditar até o último minuto. Precisamos ter certeza de que fizemos o nosso melhor. O resultado é consequência. A equipe está muito bem, seguindo à risca as orientações do Javier (Garcia Cuesta, técnico do Brasil)”, declarou Zeba, principal trunfo da equipe nacional.

Ao vencer os Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, a Argentina se juntou a Grã-Bretanha, França, Coreia do Sul, Tunísia e Dinamarca, todos garantidos em Londres. Na edição passada dos Jogos Olímpicos, a Seleção Brasileira não avançou na disputa ao perder para a Espanha por 36 a 35, em um jogo emocionante.

Adversários

Atual campeã olímpica, a equipe do técnico Zé Roberto tomou conhecimento, ontem, dos seus adversários no Torneio Pré-Olímpico Sul-Americano. A Confederação Sul-Americana de Voleibol divulgou os grupos do Torneio. A competição será realizada no ginásio Milton Olaio Filho, na cidade de São Carlos, em São Paulo (SP), entre os dias 9 e 13 de maio. As brasileiras estarão no grupo A, ao lado da Colômbia e do Uruguai. O grupo B será formado por Argentina, Peru e Chile.

Na primeira fase, as seleções jogarão contra as equipes de cada grupo e as duas melhores colocadas estarão classificadas para as semifinais. Nessa etapa, o primeiro colocado do grupo A jogará com o segundo do B e o primeiro do grupo B enfrentará o segundo do A. Os ganhadores da semifinal vão duelar na final para carimbar o passaporte para Londres.

A equipe que terminar com o vice-campeonato do Pré-Olímpico Sul-Americano ainda terá outra chance. Em junho, o time poderá disputar o Torneio Pré-Olímpico Mundial, entre os dias 19 e 27 de maio, no Japão, e disputará umas das três vagas contra equipes dos demais continentes. Itália, Estados Unidos e China – as três primeiras colocadas da Copa do Mundo, realizada no Japão, em novembro de 2011 – são as equipes já classificadas para os Jogos de Londres.

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Campeão mundial na praia espera levar handebol de quadra a Londres

Gil pretende entrar em quadra "com a faca entre os dentes" pela vaga olímpica

"O clima é totalmente diferente." É desta maneira que o bicampeão mundial de handebol de areia Gil, integrante da Seleção Brasileira do esporte na quadra, comenta sua transição para os ginásios. Apesar do sucesso obtido nas praias, o ponta esquerda apostou na mudança de "astral" e agora espera ajudar o Brasil a conquistar uma vaga nos Jogos Olímpicos de Londres.

De acordo com Gil, o fato de ter sido campeão do mundo nas areias duas vezes (Brasil 2006 e Turquia 2010) dá muito mais credibilidade aos brasileiros no cenário do handebol. "Durante os torneios, a forma de tratamento das outras equipes (com o Brasil) já é diferente da quadra em relação à praia, por conta dos resultados que a areia tem em nível mundial", comentou, em entrevista ao Terra.

A reputação da Seleção, contudo, não é o principal atrativo das competições nas areias. Questionado sobre o que achava da atmosfera da praia, com o público mais à vontade, o ponta lembrou dos campeonatos com um sorriso no rosto.

"É... (os torneios) acontecem principalmente na Europa, nas férias de verão. Então o clima é totalmente diferente, é outro astral. Até pelo fato de ser praia, acaba dando um pouco mais de tranquilidade. Na hora da competição é uma coisa bem séria, mas fora da competição tem outro astral", contou.

Presente na equipe brasileira de handebol de areia desde 2004, Gil foi convocado para o time de quadra com a chegada do técnico Javier Garcia Cuesta, em 2009. "De lá pra cá eu ainda consegui por um tempo ficar nas duas seleções", disse. O calendário conflitante das duas modalidades, no entanto, fez com que ele tivesse de escolher uma das duas.

"Em 2010 houve um choque de competições, com o Campeonato Pan-Americano de quadra e o Mundial de praia. Então a gente entrou num acordo que eu iria para esse Mundial (de areia) na Turquia e daí em diante serviria só à equipe de quadra", disse o jogador, que não sofreu tecnicamente com a troca de ares.

"É uma modalidade muito diferente da outra", adiantou. "Então a gente passa por um processo de adaptação. Mas no inverso é mais complicado do que vir para a quadra. Ir da praia para a quadra acaba sendo mais fácil porque eu treino o ano todo quadra, né?"

"Faca nos dentes" por Olimpíada

Depois de perder para a Argentina na final dos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, o Brasil desperdiçou a melhor chance de conquistar a vaga olímpica. Agora, para assegurar a viagem aos Jogos de Londres, o Brasil precisa se classificar entre os dois melhores de um quadrangular, que conta com os fortes times da Suécia, Macedônia e Hungria.

"A grande oportunidade que a gente tinha, sem duvida, era o Pan-Americano. Essa competição que a gente está indo é muito mais difícil", avaliou. "Mas, como o professor (Javier Cuesta) falou, a gente não tem nada a perder. A gente vai colocar a faca nos dentes e partir para cima. Eu até coloquei nas minhas redes sociais que eu nunca vou empenhar tanta vontade em nada na minha vida como vai ser para esse campeonato".

Gil viaja nesta quinta-feira com o time do Brasil para a Tunísia, onde encaram três amistosos, dois contra a seleção local (dias 31 de março e 2 de abril) e outro contra um clube ainda não definido (4 de abril). Após as partidas, no dia 5 de abril, a Seleção segue para Gotemburgo, na Suécia, onde participa do Torneio Pré-Olímpico.

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Seleção masculina de handebol vai para o tudo ou nada no pré-olímpico na Suécia

A competição é a última chance de garantir vaga para as Olimpíadas de Londres

Brasileiros lamentam a derrota para a Argentina na final do Pan de Guadalajara: resultado custou a vaga olímpica

Os 13 jogadores que compõem a Seleção Brasileira de handebol embarcam hoje para uma missão importantíssima: triunfar na última chance que terão de conquistar a sonhada vaga para as Olimpíadas de Londres. A primeira parada será na Tunísia, onde disputam três amistosos. Depois, o grupo segue para a Suécia e lá, sim, jogam para valer, no Torneio Pré-Olímpico. Além dos donos da casa, disputam a competição a Macedônia e a Hungria. Todos os times se enfrentam e os dois melhores carimbam o passaporte para a capital inglesa.


O Brasil teve a chance de assegurar a participação nos Jogos da Inglaterra no Pan-Americano de Guadalajara, no ano passado. O time avançou à final ao lado da Argentina, mas acabou derrotado, por 26 x 23, em um revés que custou ao mesmo tempo o ouro e a vaga olímpica. Com isso, resta à equipe o desafio de passar pelos adversários do pré-olímpico, que foram definidos após o Campeonato Europeu.

A Suécia promete ser o rival mais difícil, já que é uma das escolas de maior tradição no esporte. Mesmo sem ganhar um título desde 1999, o país é tetracampeão mundial e europeu e já conquistou a prata em três das últimas cinco edições das Olimpíadas. Hungria e Macedônia são adversários do mesmo nível brasileiro.

“Nós perdemos a oportunidade de nos classificarmos no Pan. Agora, a vaga está mais difícil. Todos os oponentes são fortes. A Suécia tem história e jogará em casa, e a Hungria também joga bem. Talvez o mais inferior seja a Macedônia”, analisa o treinador da Seleção Brasileira, Javier Garcia Cuesta. O espanhol, que já jogou na equipe espanhola e participou de uma Olimpíada, assumiu o time verde-amarelo em fevereiro de 2009 e, desde então, coordenou o time no Mundial (em que o Brasil ficou em 21º) e no Pan-Americano do México.

“Quando passei a comandar a Seleção, tentei trabalhar mais a defesa e a transição. Acho que melhoramos nosso contra-ataque e o sistema defensivo”, afirma. “No Pan, começamos jogando bem, mas, na final, não conseguimos manter o ritmo. Não tivemos muito tempo desde então para inventar coisas novas ou mudar outras. Nos resta ir ao Pré-Olímpico e jogar bem”, diz.

Tarefa árdua
Para o goleiro Maik, após o fracasso no Pan o desafio de garantir a vaga olímpica se tornou bem mais complicado devido ao alto nível dos times europeus. “Sabemos que eles são os favoritos, até pela tradição. Temos que aproveitar cada oportunidade e jogar para tentar surpreender. Devemos superar as nossas próprias expectativas e melhorar em tudo”, analisa.

“Se a gente conseguir essa vaga, será um feito histórico para o handebol brasileiro, pois teremos enfrentado equipes europeias tradicionais e fortes”, conclui o goleiro, que jogará ao lado do irmão, Marcão, também goleiro. “Ele foi para as Olimpíadas de Atenas (2004) e, eu, para as de Pequim (2008). Se formos juntos para Londres vamos realizar um sonho”, adianta.

Os campeões continentais da Ásia, da Europa, da África e da América (Jogos Pan-Americanos) já garantiram lugar nos Jogos, assim como a França, atual campeã mundial, e a Grã-Bretanha, dona da casa. Outras seis vagas serão distribuídas em três pré-olímpicos (incluindo o que o Brasil participa), cada um com quatro equipes. Nas últimas Olimpíadas, na China, a França levou o ouro; a Islândia, a prata; e a Espanha, o bronze.

Retrospectos

Confira as campanhas da Seleção
Brasileira nas Olimpíadas, nos Mundiais e nos Jogos Pan-Americanos

Olimpíadas
Barcelona–1992: 12º
Atlanta-1996: 11º
Atenas-2004: 10º
Pequim-2008: 11º

Mundiais
1958 – 15º
1995 – 24º
1997 – 24º
1999 – 16º
2001 – 19º
2003 – 22º
2005 – 19º
2007 – 19º
2009 – 21º

Jogos Pan-Americanos
Indianápolis-1987: 3º lugar
Havana-1991: 2º
Mar del Plata -1995: 2º
Winnipeg-1999: 2º
Santo Domingo-2003: 1º
Rio de Janeiro-2007: 1º
Guadalajara-2011: 2º

Memória

O Brasil e a Argentina se enfrentaram na final nos últimos três Jogos Pan-Americanos. Em Santo Domingo-2003, as equipes levaram o jogo para a prorrogação e os brasileiros venceram com um gol de diferença, em uma decisão emocionante. Há quatro anos, em casa, no Rio de Janeiro, o time verde-amarelo triunfou com mais facilidade, mas uma briga generalizada no fim do duelo marcou a conquista. Já em Guadalajara, os hermanos foram melhores. O Brasil passou apuros e perdeu para os vizinhos pelo apertado placar de 26 x 23.

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Garotas do handebol mostram confiança em medalha olímpica inédita

Depois de dois empates em Londres com a Noruega, campeã olímpica europeia e mundial, seleção brasileira agora vai trabalhar para não levar tantos contra-ataques, diz o técnico Morten


Duda Amorim, da seleção brasileira de handebol, que foi quinta no Mundial de São Pauloem dezembro mas empatou duas vezes com a Noguerga, a campeã mundial, na semana passada, em Londres.


De volta ao Brasil depois da semana de treinamentos e amistosos em Londres, no ginásio onde será a competição olímpica, a seleção brasileira feminina de basquete traz uma vitória sobre a Grã-Bretanha e dois empates muito importantes com a Noruega, campeã olímpica, europeia e mundial: 29 a 29 e 25 a 25.

As brasileiras, que ficaram com o quinto lugar no Mundial de São Paulo, em dezembro, passaram no primeiro grande teste para a Olimpíada, segundo o técnico Morten Soubak, dinamarquês que dirige o Brasil.

- Ainda precisamos trabalhar mais, mas o balanço é positivo.

Agora, a maior preocupação é fazer suas jogadoras tomarem menos contra-ataques.

- Temos de ter mais paciência e errar menos passes no ataque.

O treinador apontou como ponto alto da equipe o poder de reação. Nos dois jogos com as norueguesas, sua equipe tirou a vantagem imposta pelas rivais – mais acenturada na última etapa do jogo de sábado (24).

- A partir da metade do segundo tempo, a Noruega dominou, mas nós conseguimos fechar a partida muito bem, jogando com mais agressividade.

Artilheira do último amistoso, a armadora Eduarda Amorim, a Duda,está muito confiante.

- Temos chance de ganhar uma medalha.

A série de amistosos em Londres havia começado na terça-feira passada (20), com uma vitória por 30 a 18 sobre a Grã-Bretanha, país sem tradição no esporte e que só montou uma seleção para participar da Olimpíada.

Para Morten, também foi importante conhecer o local onde serão os jogos do handebol.

- Foi muito bom podermos testar o ginásio onde brigaremos pela medalha olímpica inédita.
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Seleção brasileira feminina consegue empata segundo amistoso contra a Noruega

A Seleção Brasileira Feminina de Handebol voltou a mostrar sua força neste sábado em novo amistoso contra a Noruega no Olympic Park, que sediará a modalidade nos Jogos Olímpicos de Londres. A equipe canarinho, quinta colocada no Campeonato Mundial de São Paulo, em dezembro, empatou com a atual campeã europeia, mundial e olímpica por 25 a 25, após igualdade de 11 a 11 no primeiro tempo. Depois do duelo, as jogadoras foram dispensadas para voltar aos seus clubes.

Foi o segundo amistoso entre as duas seleções nesta semana. No primeiro, na quinta-feira, também houve empate (29 a 29). O técnico do Brasil, o dinamarquês Morten Soubak, disse que o ponto alto da Seleção voltou a ser o poder de reação, já que seu time chegou a estar perdendo por quatro gols de diferença (24 a 20), situação semelhante à vivida na quinta.

"A partir da metade do segundo tempo, a Noruega dominou, mas nós conseguimos fechar a partida muito bem, jogando com mais agressividade", comentou, lembrando que, fisicamente, as campeãs olímpicas ainda estão um passo à frente.

Morten aproveitou o amistoso para fazer testes, com formações táticas diferentes na defesa, e disse que, no geral, ficou satisfeito com o rendimento do time.

"Ainda precisamos trabalhar mais, mas o balanço é positivo."

Sua maior preocupação é fazer suas comandadas levarem menos contra-ataques.

"Temos que ter mais paciência e errar menos passes no ataque", ensinou.

Um grande destaque individual do Brasil no amistoso deste sábado foi a armadora Eduarda Amorim, a Duda, artilheira da partida com onze gols. A performance arrancou elogios de Morten.

"Ela foi espetacular e fez de tudo. Defendeu e arremessou muito bem."

As palavras do chefe arrancaram um sorriso da atleta, que dividiu seus méritos com o grupo.

"Foi um jogo muito bom e saímos de quadra com o gostinho de vitória na boca."

Para a jogadora, o saldo dos dois empates nos amistosos contra a Noruega foi positivo e ela vislumbra muitas alegrias nas Olimpíadas.

"Temos chance de ganhar uma medalha", acredita.

Morten Soubak e sua comissão técnica desembarcam no Brasil na segunda-feira, às 6h, no Aeroporto Internacional de Guarulhos, ao lado das jogadoras Valdelice, Monique e Jéssica, que atuam no País. As demais ficaram na Europa, onde jogam. A Seleção volta a se reunir entre os 16 e 22 de abril, na Áustria.

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Brasil equilibra, mas leva gol no fim e empata com campeãs do mundo

Alexandra foi a artilheira do Brasil na partida, com oito gols


A Seleção Brasileira feminina de handebol conseguiu mais um importante resultado nesta quinta-feira, em seu período de treinamentos em Londres visando aos Jogos Olímpicos de 2012. A equipe comandada pelo dinamarquês Morten Soubak fez um jogo bastante equilibrado com a Noruega, atual campeã mundial, e até teve a chance da vitória, mas sofreu um gol nos segundos finais e empatou o duelo no Olympic Park por 29 a 29.

As norueguesas, campeãs olímpicas em 2008 e que em dezembro do ano passado ficaram com o título do Mundial feminino em São Paulo, viraram para o segundo tempo com uma vantagem de 15 a 13 e aumentaram a diferença para três gols na etapa final. O Brasil, então, reagiu diante das europeias e até virou o amistoso para 29 a 28 aos 39min15, com a central Ana Paula.

A Noruega, então, resolveu se aventurar no ataque. O técnico Thorir Hergeirsson apostou em uma tática com goleira-linha e arrancou o empate a 12s do final da partida. O resultado, porém, deixou a equipe brasileira orgulhosa - especialmente Soubak, que havia apontado falhas na Seleção mesmo com a vitória fácil sobre a Inglaterra há dois dias.

"Brigamos até o fim, com muita determinação e força de vontade. Isso me deixou muito contente e satisfeito. A equipe vem tendo essa postura e precisa se manter assim", comentou Soubak. "Foi nosso primeiro grande desafio em 2012 e é muito cedo para tirar conclusões, mas mostramos que temos perfil bem parecido com as melhores seleções do mundo", acrescentou.

Ainda assim, o dinamarquês também fez ressalvas à apresentação da equipe. "Tomamos muitos gols de contra-ataques e isso é muito perigoso. Fomos irregulares em alguns momentos e precisamos melhorar até a Olimpíada, mas é para isso que estamos treinando e fazendo amistosos. Vamos aproveitar ao máximo esses jogos contra as norueguesas", prosseguiu Soubak.

Brasil e Noruega estavam em rota de colisão na semifinal do Mundial feminino. A equipe verde-amarela, porém, acabou sendo eliminada nas quartas de final pela Espanha por um gol de diferença e foi relegada à disputa do quinto lugar - feito inédito para a modalidade nacional.

"Como não enfrentamos a Noruega no Mundial, foi mais uma boa oportunidade para avaliar em que nível estamos. O resultado foi muito bom, mas poderíamos ter vencido. Alguns detalhes definiram o placar e temos tudo para melhorar ainda mais. Vamos trabalhar até sábado para corrigir o que for necessário", completou a pivô Dani Piedade, citando o segundo amistoso com as norueguesas, no sábado.
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Convocada para o Pré-Olímpico, Seleção Masculina se apresenta em São Bernardo

A Confederação Brasileira de Handebol (CBHb) definiu a Seleção Masculina que disputará o Pré-Olímpico da Suécia, de 6 a 8 de abril. Entre os 16 relacionados estão jogadores experientes, como os irmãos goleiros Maik e Marcão, o armador Zeba, o central Léo e o ponta Renato Tupan. Os 13 atletas que defendem clubes nacionais se apresentam na próxima segunda-feira em São Bernardo, no ABC Paulista, e treinam nos dias 27 e 28 em Santo André. Já Ales, Thiagus e Felipe Borges, que atuam na Espanha, se juntam ao grupo no dia 30, na Tunísia, onde a equipe encerra a preparação.

Os treinos na cidade andreense serão realizados no Ginásio Noêmia Assumpção. Zeba, que fraturou o nariz durante a concentração da Seleção em Maringá (de 5 a 15 de março), está usando máscara protetora e adiou a cirurgia para depois do torneio na Suécia.

"Ele vai treinar e competir normalmente. Tomaremos os cuidados necessários para que esteja 100%. Em Santo André, faremos um trabalho de manutenção de tudo que colocamos em prática até agora e nos concentraremos bastante no ataque", comentou o treinador Javier Garcia Cuesta.

A delegação viaja no próximo dia 29 para a Tunísia, onde será encerrada a preparação. Em solo africano, o Brasil disputará três amistosos, dois deles contra a seleção da casa. O último ainda não está definido. O embarque para a Suécia será no dia 5, véspera da estreia contra os donos da casa. Além dos anfitriões, os adversários serão Macedônia e Hungria. Os dois primeiros garantem vaga em Londres.

"O grupo está ciente da missão que tem. Sabemos que será difícil, mas estamos otimistas e vamos acreditar até o último minuto. Precisamos ter certeza de que fizemos o nosso melhor. O resultado é consequência. A equipe está muito bem, seguindo a risca as orientações do Javier", disse Zeba.

Programação da Seleção Masculina

Dias 27 e 28 de março
Treinos em quadra das 10h30 às 12h30, no Ginásio Noêmia Assumpção, em Santo André (SP)

Dia 29 de março
Treino em academia de manhã e embarque para a Tunísia à noite

Dia 5 de abril
Embarque para Suécia

Dia 6 de abril
Estreia no Pré-Olímpico

Lista dos convocados

Goleiros
Maik Ferreira dos Santos/Maik (Esporte Clube Pinheiros)
Andrey Fagundes (Metodista)
Marcos Paulo dos Santos (Esporte Clube Pinheiros)

Armadores
Fernando Pacheco/Zeba (Esporte Clube Pinheiros)
Henrique Teixeira (Metodista)
Thiagus Petrus dos Santos (PM Balonmano Ciudad de Logroño)

Centrais
Bruno Santana (Esporte Clube Pinheiros)
Leonardo Bortolini/Léo (Unopar/Londrina/Sercomtel)

Pontas
Renato Tupan Ruy/Tupan (Metodista)
Fabio Chiufffa/Chiuffa (Metodista)
Gil Vicente Pires (Unoesc/Chapecó)
André Soares/Alemão (Unitau/Taubaté)
Rodolfo Moraes/Cyborg (Unopar/Londrina)
Felipe Borges (Reale Ademar León)

Pivôs
Vinícius Teixeira (Vinícius) - (Metodista)
Ales Abrão Silva - (PM Balonmano Ciudad de Logroño)
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Seleção brasileira masculina está definida para a disputa do pré-olímpico

A Confederação Brasileira de Handebol (CBHb) definiu a seleção masculina que disputará o Pré-Olímpico da Suécia, de 6 a 8 de abril. Entre os 16 relacionados estão jogadores experientes, como os irmãos goleiros Maik e Marcão, o armador Zeba, o central Léo e o ponta Renato Tupan.

Os 13 atletas que defendem clubes nacionais se apresentam na próxima segunda-feira em São Bernardo, no ABC Paulista, e treinam nos dias 27 e 28 em Santo André. Já Ales, Thiagus e Felipe Borges, que atuam na Espanha, se juntam ao grupo no dia 30, na Tunísia, onde a equipe encerrará a preparação.

Os treinos na cidade andreense serão realizados no Ginásio Noêmia Assumpção. Zeba, que fraturou o nariz durante a concentração da seleção em Maringá, de 5 a 15 de março, está usando máscara protetora e adiou a cirurgia para depois do torneio na Suécia.

- Ele vai treinar e competir normalmente. Tomaremos os cuidados necessários para que esteja 100% - comentou o treinador, o espanhol Javier Garcia Cuesta:

- Em Santo André, faremos um trabalho de manutenção de tudo que colocamos em prática até agora e nos concentraremos bastante no ataque.

Três amistosos na Tunísia

A delegação viaja no próximo dia 29 para a Tunísia, onde será encerrada a preparação. Em solo africano, o Brasil disputará três amistosos, dois deles contra a seleção da casa. O último ainda não está definido. O embarque para a Suécia será no dia 5, véspera da estreia contra os donos da casa. Além dos anfitriões, a seleção ainda vai encarar Macedônia e Hungria. Os dois primeiros garantem vaga em Londres.

- O grupo está ciente da missão que tem. Sabemos que será difícil, mas estamos otimistas e vamos acreditar até o último minuto. Precisamos ter certeza de que fizemos o nosso melhor. O resultado é consequência. A equipe está muito bem, seguindo a risca as orientações do Javier - afirmou Zeba.

Lista dos convocados:

Goleiros:

Maik Ferreira dos Santos/Maik (Esporte Clube Pinheiros)
Andrey Fagundes (Metodista)
Marcos Paulo dos Santos (Esporte Clube Pinheiros)

Armadores:

Fernando Pacheco/Zeba (Esporte Clube Pinheiros)
Henrique Teixeira (Metodista)
Thiagus Petrus dos Santos (PM Balonmano Ciudad de Logroño)

Centrais:

Bruno Santana (Esporte Clube Pinheiros)
Leonardo Bortolini/Léo (Unopar/Londrina/Sercomtel)

Pontas:

Renato Tupan Ruy/Tupan (Metodista)
Fabio Chiufffa/Chiuffa (Metodista)
Gil Vicente Pires (Unoesc/Chapecó)
André Soares/Alemão (Unitau/Taubaté)
Rodolfo Moraes/Cyborg (Unopar/Londrina)
Felipe Borges (Reale Ademar León)

Pivôs:

Vinícius Teixeira (Vinícius) - (Metodista)
Ales Abrão Silva - (PM Balonmano Ciudad de Logroño)
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