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Craque da seleção brasileira masculina se machuca e perderá o Pré-Olímpico de handebol



A Seleção Brasileira Masculina de Handebol, concentrada e treinando em Maringá (PR) para o Pré-Olímpico da Suécia, sofreu importante desfalque por lesão. O armador-esquerdo Bruno Souza torceu o joelho direito durante o treino de segunda-feira e está fora do torneio classificatório para os Jogos de Londres. O jogador estava afastado das quadras desde junho do ano passado, quando sofreu ruptura no ligamento cruzado anterior do mesmo joelho numa partida pelo Nantes, da França, e precisou passar por cirurgia.

O atleta deve voltar da cidade paranaense entre quarta e quinta-feira, para dar início ao tratamento. Ele será operado novamente.

"Após exame de ressonância, constatamos ruptura aguda do enxerto, novamente no ligamento cruzado do joelho direito. Vamos tentar realizar a cirurgia o mais rapidamente possível. A recuperação deve durar cerca de oito meses", explicou Gustavo Rocha Santos, médico da Seleção.

Bruno Souza, que não defendia a Seleção desde 2009, lamentou a fatalidade.

"Não há ninguém mais frustrado com tudo isso do que eu. Sei o quanto me preparei para estar aqui com a Seleção novamente. Mas, acidentalmente, aconteceu uma nova lesão. Todos que me acompanharam nos últimos meses - médicos e fisioterapeutas - fizeram o melhor trabalho possível e tenho certeza de que não falhamos em nada. Agora, não tem jeito, é pensar para frente", comentou.

O jogador, de 34 anos, era a grande novidade da Seleção Masculina de Handebol para os treinamentos no Paraná, que terminam no próximo dia 15. O técnico Javier Garcia Cuesta havia convocado 17 jogadores, contando com Bruno Souza. Deles, 13 viajam no fim do mês para a Tunísia, na África, onde a preparação será finalizada. O Pré-Olímpico será disputado de 6 a 8 de abril, contra Suécia (anfitriã), Macedônia e Hungria. Os dois primeiros colocados garantem vaga nos Jogos de Londres.
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Seleções Masculina e Feminina voltam atenção para o Mundial de Omã

Embaladas pelas medalhas de ouro conquistadas no Pan-Americano de Montevidéu, no Uruguai, no último domingo, as Seleções Brasileiras Adultas de Handebol de Areia voltam agora suas atenções para o principal objetivo do ano: o Campeonato Mundial de Omã, na Ásia, em julho. As comissões técnicas das duas equipes prepararam trabalho físico especial para os atletas seguirem em seu clubes de março a maio e, em junho, eles voltam a se reunir para a fase final de treinamento antes da viagem.

O Pan-Americano foi classificatório para o Mundial. A Seleção Masculina, que conquistou seu quarto título na competição, já entrou com vaga garantida por ser a atual campeã mundial. A Feminina chegou ao tricampeonato no torneio continental e carimbou o passaporte para Omã. O presidente da Confederação Brasileira de Handebol (CBHb), Manoel Luiz Oliveira, destacou que está muito feliz com o início de ano promissor da modalidade.

"Encerramos 2011 com o quinto lugar histórico da Seleção Feminina de quadra no Mundial de São Paulo, o que me deixou muito feliz. Agora, começamos 2012 muito bem, com os dois ouros pan-americanos no handebol de areia e a classificação das meninas para o Mundial", comemorou. "É um ano muito importante para o handebol. Esperamos continuar nessa boa sequência de resultados com a conquista da vaga da Seleção Masculina de quadra para os Jogos de Londres, no Pré-Olímpico da Suécia, em abril", completou.

Os jogadores das seleções de handebol de areia passarão o período de março a maio em seus clubes, mas todos seguirão o mesmo trabalho físico preparado pelos integrantes da comissão técnica das equipes nacionais. Em junho, 17 atletas do masculino e 16 do feminino voltam a se reunir para treinos no Nordeste (o local ainda não foi definido). O objetivo é aproveitar o clima quente da região, parecido com o que encontrarão em Omã, para fazerem adaptação. No fim dessa fase de treinamento, dez atletas de cada categoria serão convocados para o Mundial.

No masculino, que vai em busca do tricampeonato na Ásia, os principais adversários do Brasil serão Croácia, Rússia, Espanha, Ucrânia e a seleção anfitriã.

"Nosso objetivo é subir no pódio. Temos uma equipe bem entrosada. Vou escolher entre 20 atletas que vêm trabalhando juntos desde novembro. É um grupo novo, mas experiente", comentou o técnico Antônio Guerra. "As seleções europeias virão com tudo, mas temos totais condições de ir bem. A CBHb não tem medido esforços para nos ajudar e queremos continuar correspondendo", completou.

A Seleção Feminina, comandada pela técnica Rossana Marques, quer o segundo título mundial. Os principais adversários das brasileiras serão Croácia, Itália, Noruega e Hungria. Na última edição do campeonato, em 2010, na Turquia, a equipe ficou com a medalha de bronze.

"Estamos com esse resultado engasgado", brincou Rossana. "Nosso objetivo é o ouro. É uma competição difícil e não podemos vacilar, mas temos jogadoras de qualidade e, com o trabalho que está sendo feito, acredito que vai dar tudo certo."
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Brasil conquista o Pan-Americano de Handebol de Areia

As Seleções Brasileiras de handebol de areia confirmaram favoritismo e reinaram no continente. As equipes masculina e feminina conquistaram a medalha de ouro no Campeonato Pan-Americano disputado em Montevidéu, no Uruguai, vencendo os anfitriões nas duas categorias. O torneio foi classificatório para o Mundial de Omã, em julho. As brasileiras precisavam, pelo menos, chegar à final para assegurar a vaga. Já os brasileiros, atuais campeões do mundo, já estavam garantidos.

Todas as partidas foram realizadas no Estádio Arenas del Plata, na Praia dos Pocitos. No masculino, o Brasil venceu o Uruguai por 2 a 0 na decisão, marcando 20 a 14 no primeiro set e 22 a 14 no segundo. Os destaques do time campeão foram Wellington Novaes e Bruno Carlos. No feminino, o placar final foi o mesmo, com diferença nas parciais: 16 a 12 e 20 a 11. Três jogadoras fizeram a diferença para as visitantes: Camila Ramos, Patricia Scheppa e a goleira Jerusa Dias, com ótimas defesas.

Campanha

Nas duas categorias, a Seleção Brasileira venceu quatro jogos na fase classificatória para chegar à disputa da medalha de ouro. No feminino, os triunfos da equipe comandada por Rossana Marques foram contra Paraguai (2 a 0), Argentina (2 a 0), Uruguai (2 a 1) e Estados Unidos (2 a 0). No masculino, a seleção do técnico Antônio Guerra derrotou Argentina, Venezuela, Uruguai e Equador, todos por 2 a 0.
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Contra nervosismo olímpico, jogadora do handebol se apoia em psicóloga

A jogadora de handebol da Seleção Brasileira Monique, da Metodista, afirmou nesta segunda-feira que está bastante ansiosa para os Jogos Olímpicos de Londres. Para espantar o nervosismo na chegada ao Reino Unido, a atleta espera contar com a ajuda da psicóloga da equipe.

"Quando chegar a Londres eu pedirei ajuda para a Ale. Ela é uma pessoa sensacional, conhece a nossa história, vive a nossa vida", comentou Monique, referindo-se à psicóloga da Seleção Brasileira de Handebol, Alessandra Dutra.

Monique contou que, por conta do nervosismo, passou por apuros no dia da final dos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, no ano passado, quando o Brasil venceu a Argentina e conquistou a vaga para Londres.

"Eu esqueci meus shorts para o jogo no dia da final. Aí tive que pedir para uma colega da Seleção ir buscar, de táxi, enfrentando trânsito da cidade. Mas deu tudo certo no final", disse.

Amparada psicologicamente, Monique elogia a postura do técnico da Seleção, o dinamarquês Morten Soubak, que abre espaço para a opinião das atletas muitas vezes.

"O Morten, como técnico, é muito inteligente e vem me ensinando muita coisa, mostrando muita coisa de experiência. Ele respeita muito a nossa voz. A gente respeita essa hierarquia, mas ele ouve muito a gente", comentou. "É engraçado que nos momentos em que eu pensava em algo para ajudar, ele vinha com algo a mais."

Jogadora da Universidade Metodista, a atleta sergipana afirma que ainda sonha em jogar na Europa, mas sem menosprezar o cenário esportivo do Brasil.

"Tenho ambição, sim. Eu sempre pensei em dar um passo à frente, mas é uma experiência que pode dar certo ou errado. Antes, as meninas tinham mais dificuldades aqui no Brasil, mas agora está muito melhor. Se alguma delas quiser voltar, com certeza vai ter muito espaço aqui", disse Monique.

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Cronograma executivo do Minas Olímpica 2012 - Jogos do Interior de Minas - JIMI


Ola Amigos do Handebol Congonhas!

Acompanhem o Cronograma de Execução do Programa Minas Olímpica - Jogos do Interior de Minas - JIMI/2012, fique por dentro do período de inscrições das cidades e atletas, o período de realização das Etapas Microrregionais A e B e demais realizações do Minas Olímpica 2012.

As Etapas Microrregionais acontecerão nas seguintes datas:

Microrregião A - De: 26/04 a 01/05/2012
Microrregião B - De: 05/06 a 10/06/2012

A divulgação dos resultados finais sairão a partir de 22/06/2012.

Fique por dentro do cronograma completo clicando AQUI.

Forte abraço a todos.
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De olho no Pré-Olímpico, seleção masculina fará programação intensa em Maringá

A programação da fase de treinamentos da Seleção Brasileira masculina de handebol, em Maringá (PR), será puxada. Entre os próximos dias 5 e 15 serão 11 atividades na quadra do Ginásio de Esportes Parque do Japão e cinco na academia, das 10h às 12h e das 18h às 20h, com um único objetivo: fazer uma boa preparação para o Pré-Olímpico da Suécia, de 6 a 8 de abril, classificatório para os Jogos de Londres. Além do país anfitrião, o Brasil enfrentará Macedônia e Hungria na Europa. Os dois primeiros colocados garantem vaga nas Olimpíadas.

O Ginásio Parque do Japão traz boas lembranças à Seleção. Foi lá que o grupo comandado por Javier Garcia Cuesta conquistou duas vitórias sobre a Tunísia em amistosos no ano passado, durante a preparação para os Jogos Pan-Americanos de Guadalajara. O local é especial, sobretudo, para o central Henrique Teixeira e o ponta Renato Tupan, que nasceram em Maringá e participaram daqueles jogos. Tupan destacou a importância da torcida paranaense, não só em jogos, mas em treinos também.

"Acredito que os torcedores vão comparecer para dar uma força, porque já temos uma identificação com a cidade. Sempre que vamos para Maringá somos recebidos com muito carinho e isso vai ajudar nosso trabalho antes do Pré-Olímpico. A cultura do handebol lá é muito forte e vem de gerações", comentou Tupan, um dos 17 convocados para os treinos no Sul.

O ponta destacou que a fase de preparação no Paraná será fundamental para a equipe ajustar os últimos detalhes antes do embarque.

"Não existe muito segredo. Precisamos treinar muito, otimizar o nosso tempo e corrigir o que for preciso, de acordo com o que o técnico Javier conversar com o grupo. Sabemos que é ganhar ou ganhar para garantir vaga em Londres."

A última vez em que a Seleção esteve reunida foi nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, no México, em outubro, quando ficou com a medalha de prata. Dos jogadores convocados por Javier para os treinos em Maringá, dez estiveram no Pan. A grande novidade é o retorno do armador-esquerdo Bruno Souza, de 34 anos, que não defendia a Seleção desde 2009.
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Seleção Brasileira Masculina se apresenta domingo em Maringá

A Seleção Brasileira Masculina de Handebol se apresenta neste domingo em Maringá (PR) para o período de treinos visando ao Pré-Olímpico da Suécia, em abril, quando tentará uma vaga nos Jogos de Londres. O técnico espanhol Javier Garcia Cuesta convocou 17 jogadores para os treinamentos, que vão de 5 a 15 de março. Desse grupo, 13 embarcam no fim do mês para a Tunísia, na África, onde a preparação será finalizada.

A última vez em que a Seleção esteve reunida foi nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, no México, em outubro, quando ficou com a medalha de prata. Além dos treinos físicos e técnicos, Javier vai aproveitar o período de concentração no Paraná para reforçar a importância de todos darem o máximo para obter a classificação.

"Temos consciência da dificuldade que enfrentaremos. Não temos nada a perder e tudo a ganhar", resumiu.

O Pré-Olímpico será disputado entre os dias 6 e 8 de abril, na Suécia. O Brasil enfrentará três seleções europeias: além da anfitriã Suécia, os adversários serão Macedônia e Hungria. Os dois primeiros colocados garantem vaga em Londres. Dos 17 jogadores convocados por Javier, dez estiveram no Pan de Guadalajara. A grande novidade é o retorno do armador-esquerdo Bruno Souza, de 34 anos, que não defendia a Seleção desde 2009.

"Estou ansioso, como sempre fico antes de me apresentar, ainda mais agora por estar voltando à equipe e vindo de lesão", disse Bruno, afastado das quadras desde junho do ano passado, devido à ruptura no ligamento cruzado anterior do joelho direito em um partida pelo Nantes, da França.

O armador foi operado no Brasil e está treinando duas vezes por semana no Niteroi Rugby, clube em que iniciou a carreira.

Bruno acredita que pode contribuir muito com a Seleção no Pré-Olímpico pela sua vivência no handebol.

"Sou o atleta mais experiente do grupo e isso pode ajudar. Vou para a Seleção para dar o meu melhor", comentou. Em 13 anos com a camisa verde-e-amarela, ele disputou duas Olimpíadas (Atenas e Pequim) e conquistou três medalhas em Jogos Pan-Americanos (dois ouros e uma prata).

Sobre as chances do Brasil no Pré-Olímpico, Bruno acha que a superação vai ser fundamental se a equipe quiser conquistar uma vaga para Londres.

"Temos que esquecer as outras seleções e pensar apenas no que podemos fazer no torneio. Precisamos nos superar e valorizar nossa participação no campeonato."

- Preparação final

Três atletas que atuam na Espanha também foram convocados por Javier e se juntarão aos 13 jogadores que viajarão para a Tunísia no dia 29 de março, para a fase final de preparação antes do Pré-Olímpico: o pivô Ales e o meia-esquerda Thiagus, do PM Balomano Ciudad de Longroño, e o ponta-esquerda Borges, do Reale Adema León. Esse grupo final, com 16 atletas, fará dois amistosos no país africano - os adversários ainda não estão definidos.

Grupo convocado para os treinos em Maringá (17 jogadores):

Goleiros

Maik Ferreira dos Santos (Maik) - (Pinheiros)

Luis Ricardo Nascimento (Rick) - (Metodista)

Andrey Fagundes - (Metodista)

Armadores

Bruno Souza - armador-esquerdo (sem clube)

Gustavo Nakamura Cardoso (Japa) - armador-esquerdo (Metodista)

Fernando Pacheco (Zeba) - armador-direito (Pinheiros)

Rodolfo Moraes (Cyborg) - armador-direito (Unopar/Londrina)

Centrais

Henrique Teixeira (Teixeira) - (Metodista)

Bruno Santana - (Pinheiros)

Leonardo Bortolini (Léo) - (Unopar/Londrina)

Pontas

Renato Tupan Ruy (Tupan) - ponta-direita (Metodista)

Fabio Chiufffa (Chiuffa) - ponta-direita (Metodista)

Gil Vicente Pires (Gil) - ponta-esquerda (Unoesc/Chapecó)

André Soares (Alemão) - ponta-esquerda (Unitau/Taubaté)

Pivôs

Alexandro Pozzer (Chê) - (Pinheiros)

Vinícius Teixeira (Vinícius) - (Metodista)

Emerson Santos - (Associação Maringaense)

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Atual vice campeã cede empate no fim e se complica na Champions

O atual vice-campeão da Liga dos Campeões feminina de handebol ficou em situação delicada na segunda fase da competição. Neste sábado, pelo complemento da quarta rodada do Grupo 1, o espanhol Itxako, da armadora brasileira Deonise, cedeu um empate por 19 a 19 ao Larvik, que voltou para a Noruega com um interessante resultado e perto da classificação à semifinal.

O Itxako, que ainda não venceu na segunda fase da Champions, começou bem a partida em Navarra e chegou a terminar o primeiro tempo com uma vantagem sólida de seis gols, com 12 a 6. A equipe espanhola, porém, não manteve o ritmo e viu as norueguesas reduzirem essa diferença para apenas dois gols no início dos 30 minutos decisivos.

O time da casa tentou manter a frente do placar como pôde e até permitiu o empate do Larvik em 18 a 18, mas recuperou a frente no placar no último minuto de jogo, com 19 a 18. Na defesa, porém, a equipe espanhola não conseguiu se segurar e cedeu novamente a igualdade - repetindo o placar do primeiro jogo entre os dois clubes, que terminou em 23 a 23 na Noruega.

Itxako e Larvik, aliás, decidiram a Champions League feminina de 2011. Naquela ocasião, as norueguesas triunfaram por 23 a 21 na ida e depois perderam por apenas um gol de diferença na volta, por 25 a 24 na Espanha, e conquistaram o principal torneio europeu de handebol.

Restando duas rodadas para o final da segunda fase da Champions feminina, o time de Deonise, armadora titular da Seleção Brasileira, somou seu segundo ponto em oito possíveis e terminou na terceira colocação do Grupo 1. O Larvik, com quatro, é o vice-líder, atrás do húngaro Gyori, de Duda Amorim, que detém um aproveitamento de 100% e oito pontos, já classificado. O lanterna da chave é o dinamarquês Midtjylland, com a mesma pontuação do Itxako, mas com pior saldo de gols.

Para seguir com chances de classificação às semifinais, o Itxako precisará derrotar o Gyori no próximo domingo, pela penúltima rodada, na Hungria. Já o Larvik poderá encaminhar a vaga caso derrote em casa o Midtjylland.

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Confederação de handebol lança projeto para criar "Seleções B"

Manoel Luiz de Oliveira discursou neste sábado, no último dia da Assembleia Geral da CBHb


Presidente da Confederação Brasileira de Handebol (CBHb), Manoel Luiz Oliveira lançou neste sábado um projeto a fim de melhorar as categorias de base da modalidade. De olho nos Jogos Olímpicos de 2016 e 2020, o mandatário pretende criar centros de treinamento pelo País para criar "Seleções Nacionais B", com atletas entre 16 e 21 anos.

O projeto conta com a realização de cinco fases de treinamento por ano, com duração de até dez dias. Os treinos serão seletivos e terão atletas mais novos. Assim, poderão ser formadas equipes nacionais com 28 jogadores: as seleções de cada centro jogariam entre si para que os melhores fossem escolhidos.

"Com esse projeto, vamos realizar um sonho e contribuir para revelar talentos e proporcionar o maior nível de desenvolvimento do handebol em nossa história. Todos os Estados serão beneficiados com a chance de ter atletas e dirigentes na Seleção", disse Manoel Luiz Oliveira, durante a Assembleia Geral Ordinária da entidade, em Aracaju, no Sergipe.

Para abrigar um dos centros, as cidades candidatas precisam ter a seguinte estrutura: um ginásio nas medidas oficiais e com piso flutuante, atendimento médico, fisioterápico e odontológico, alojamento, alimentação, água, gelo, transporte interno, segurança e sala de reunião.

2012:

Principal "joia" da CBHb, a Seleção Brasileira feminina será formada novamente em março para amistosos em Londres contra a Noruega (atual campeã mundial) e Inglaterra - duas possíveis adversárias na Olimpíada de 2012.

Visando aos Jogos, a equipe nacional que ficou com o quinto lugar do último Mundial ainda passará por um período de treinamentos em abril, no Hypo - clube da Áustria que possui quase metade de componentes da Seleção. Já em maio e junho estão programados amistosos na Turquia e, em julho, mais jogos-treinos em Alemanha e Holanda, contra os times da casa.

"De abril a dezembro de 2011, ficamos 79 dias juntos, entre treinos e jogos, o que é muito bom. Esse é o sistema utilizado em todo o mundo e é o que vamos continuar fazendo", comentou o dinamarquês Morten Soubak, técnico da Seleção feminina. "A Olimpíada deste ano será pedreira, com partidas muitos equilibradas, mas mostramos que somos capazes ao ficarmos entre os melhores do mundo. Estamos muito motivados e vamos fazer o nosso melhor para realizar esse sonho", acrescentou.

Campeã dos Jogos Pan-Americanos, a Seleção Brasileira feminina já está classificada para a Olimpíada de 2012. Já o time masculino, que perdeu na decisão do Pan para a Argentina, terá que disputar um Pré-Olímpico em abril para tentar as vagas remanescentes.
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CBHb anuncia criação de centros de treinamento pelo Brasil

Um projeto que promete mudar a cara do handebol brasileiro foi tratado no segundo e último dia da Assembleia Geral Ordinária 2012, neste sábado, em Aracaju (SE). O presidente da Confederação Brasileira (CBHb), Manoel Luiz Oliveira, apresentou aos 27 presidentes das federações estaduais a ideia dos Centros Regionais de Desenvolvimento. Serão seis núcleos pelo Brasil. Os estados que disponibilizarem a estrutura necessária poderão candidatar uma cidade até 16 de março para receber uma unidade. O projeto está sendo desenvolvido com objetivos a longo prazo: a Olimpíada de 2016 e 2020.

Para abrigar um dos centros, as candidatas precisam oferecer a seguinte estrutura: um ginásio nas medidas oficiais e com piso flutuante, atendimento médico, fisioterápico e odontológico, alojamento, alimentação, água, gelo, transporte interno, segurança e sala de reunião. Após a escolha das cidades, as unidades devem começar a ser organizadas entre abril e maio.

Cada região do país terá um centro. Por isso, a CBHb dividiu o território nacional em seis grandes grupos, que ficaram assim:

Grupo 1: Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e Mato Grosso do Sul
Grupo 2: São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo
Grupo 3: Distrito Federal, Goiás, Tocantins e Mato Grosso
Grupo 4: Bahia, Sergipe, Alagoas, Pernambuco e Paraíba
Grupo 5: Rio Grande do Norte, Ceará, Piauí, Pará e Maranhão
Grupo 6: Acre, Amazonas, Amapá, Rondônia e Roraima

O projeto prevê a realização de, no mínimo, cinco fases de treinamento por ano, cada uma com duração de oito a dez dias. Os treinos reunirão jogadores entre 16 e 21 anos e serão seletivos. A primeira etapa relacionará de 28 a 42 atletas, tanto no masculino como no feminino. Na segunda, o número diminuirá para 21 e, finalmente, para 16 em cada centro, totalizando 96. Esse grupo final participará de um acampamento nacional ao lado de quatro dirigentes e com a participação dos técnicos das seleções olímpicas.

Na fase final, as seleções desses centros jogarão entre si com o objetivo de formar a Seleção Brasileira B, que terá 28 nomes. A equipe nacional será integrada por 28 nomes, tanto no masculino como no feminino, que, junto aos remanescentes das seleções atuais, disputarão as competições adultas.

"Com esse projeto, vamos realizar um sonho e contribuir para revelar talentos e proporcionar o maior nível de desenvolvimento do handebol em nossa história. Todos os estados serão beneficiados com a chance de ter atletas e dirigentes na Seleção", destacou Manoel Luiz Oliveira.

O presidente da CBHb também ressaltou a importância de unificar a linguagem do handebol no Brasil.

"A modalidade está passando por um ótimo momento e queremos aproveitar para iniciar novos caminhos e padronizar o trabalho no País. O sistema seguido será o dos técnicos das Seleções Olímpicas. Eles acompanharão o projeto de perto, inclusive indo aos centros e ao acampamento nacional."

A Assembleia Geral Ordinária também tratou de outros temas, como a Escola Nacional de Treinadores. O curso teve seu primeiro módulo realizado em 2011 na Praia Grande, em São Paulo, e, neste ano, terá continuidade, novamente com profissionais de ponta, inclusive do exterior. Também foi discutido o planejamento para as seleções nacionais de base e adultas para as Olimpíadas de Londres-2012 e do Brasil-2016, em especial a Seleção Olímpica Feminina, com a presença do técnico Morten Soubak.

O treinador destacou que o objetivo é dar sequência ao trabalho desde já, de olho, primeiramente, na inédita medalha olímpica em Londres.

"De abril a dezembro, ficamos 79 dias juntos, entre treinos e jogos, o que é muito bom. Esse é o sistema utilizado em todo o mundo e é o que vamos continuar fazendo", comentou.

"As Olimpíadas deste ano serão pedreira, com partidas muitos equilibradas, mas mostramos que somos capazes, ao ficarmos entre os melhores do mundo. Estamos muito motivados e vamos fazer o nosso melhor para realizar esse sonho", completou Morten, que conquistou com as meninas ótimos resultados em 2011: ouro no Pan-Americano de Seleções, ouro nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara e o inédito quinto lugar no Mundial do Brasil.

A primeira atividade da Seleção Olímpica Feminina em 2012 serão dois amistosos - contra Noruega e Inglaterra - em Londres, em março. Em seguida, em abril, a equipe fará uma fase de treinamentos no Hypo, da Áustria, um dos melhores clubes europeus e que tem convênio com a CBHb. Em maio e junho, as meninas farão amistosos na Turquia e, em julho, mais jogos-treinos na Alemanha e na Holanda, contra os times da casa.

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