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Sleção Feminina arranca virada histórica sobre a França

Com dois tempos completamente diferentes, a Seleção Brasileira conquistou virada histórica contra a França nesta terça-feira no Mundial Feminino de Handebol, no Ibirapuera, e provou que pode, sim, brigar pelo título com as melhores do mundo. Depois de terminar o primeiro tempo sete pontos atrás (17 a 10), as anfitriãs, empurradas pela torcida, venceram por 26 a 22. Chana, goleira do Brasil, foi o destaque do duelo, que garantiu o Brasil nas oitavas de final por antecipação.

Com muitos erros de finalização e defesa desorganizada, nem o técnico do Brasil, Morten Soubak, acreditava na virada depois do primeiro tempo.

"Eu não esperava conseguir, nem elas. A palavra no vestiário foi que seria muito difícil, mas que iríamos tentar", revelou. Mérito para o treinador que, com uma mudança tática, fortaleceu o sistema defensivo e fez as anfitriãs voltarem com outra cara para a quadra.

No segundo tempo, a França não jogou. A Seleção cresceu e, com muita garra, desestabilizou as adversárias. Quem brilhou, e muito, foi a goleira brasileira Chana. Em um momento crucial do jogo, quando o Brasil já havia diminuído a diferença para dois gols, a veterana emendou sequência de defesas espetaculares, de todos os jeitos possíveis, inclusive em um lance de sete metros a três minutos do fim. E também contou com a ajuda da trave.

Decisiva, a pivô Dani Piedade fez o gol de empate (21 a 21) e o da virada. A partir daí, a equipe ampliou a vantagem. A um minuto do apito final, Morten pediu tempo técnico, e Chana não conteve as lágrimas. Ela olhou para o placar como se não acreditasse no que estava vendo: 26 a 22 e a confirmação do triunfo.

"Gritei e vibrei muito a cada defesa. Preciso ser assim, vibrante. Esse foi o jogo mais importante para mim até hoje em um Campeonato Mundial. Foi maravilhoso ganhar de uma favorita como a França. Isso nos dá muita moral e mostra que queremos ir muito além do sétimo lugar conquistado em 2005 (na Rússia, melhor colocação do Brasil na competição)", destacou Chana.

"Mas precisamos ser realistas. Não podemos errar como no primeiro tempo, ficando sete gols atrás. Só buscamos a diferença porque somos brasileiras e acreditamos no impossível", completou.

Morten elogiou sua equipe, mas aproveitou para alertar sobre os próximos confrontos.

"Foram os melhores 30 minutos dessa Seleção sob o meu comando. Mas precisamos ter os pés no chão. Na quinta, temos a Romênia, terceira colocada no Europeu de 2010. Será outra pedreira. E na sexta, a Tunísia, que vem jogando muito bem e surpreendendo a todos."

Como não poderia ser diferente, Chana foi eleita a melhor jogadora. Já classificada para as oitavas de final, com três vitórias, a Seleção tem folga na tabela amanhã, como todo o Grupo C, e pega as romenas na quinta às 19h45. O dia, no Ibirapuera, terá também os confrontos entre Japão e Tunísia, às 15h, e França e Cuba, às 17h15min.

Pelo Grupo A, em Santos, a Alemanha bateu a China por 23 a 22 (7 a 12 no primeiro tempo). No B, em Barueri, a Espanha bateu a Coreia Coreia do Sul por 29 a 26 (13 a 12). Já pelo Grupo D, em São Bernardo, Costa do Marfim derrotou a Argentina por 25 a 19 (14 a 8).

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Brasil supera o Japão e vence mais uma no Mundial de Handebol em SP

A seleção brasileira voltou a vencer no Mundial Feminino de Handebol. Nesta segunda-feira, contra o Japão, fez 32 a 24 (16 a 12), no Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo, em duelo pelo Grupo C. O próximo passo rumo às oitavas de final vai ser a França, atual vice-campeã do torneio, nesta terça, às 19h45. As duas equipes estão invictas e disputam a liderança do grupo.

Alexandra Nascimento é eleita a melhor jogadora da partida.

O Brasil começou bem e bloqueou a primeira jogada das adversárias com a pivô Dara. No contra-ataque, a armadora-esquerda Deonise abriu o placar. A seleção conseguiu a vantagem e continuou com boa marcação, mas o Japão cresceu ao passar a explorar bem os dribles.

Na segunda etapa, as brasileiras repetiram alguns erros do primeiro tempo, como a troca de passes precipitada. Mas, a boa atuação das goleiras foi um dos pontos positivos da partida: se no início Bárbara (Babi) brilhou, Chana também fez defesas difíceis.

- Nós dependemos bastante da boa marcação, e as meninas foram muito bem. Fico feliz de ter conseguido ajudar a equipe a sair com a vitória - destacou Babi.
O treinador do Brasil, Morten Soubak, admitiu que é necessário corrigir alguns pontos para as próximas partidas.

- Precisamos melhorar em muitos fundamentos, em especial nos passes. É fundamental trabalhar mais a bola e ter paciência para capricharmos nas finalizações.

Alexandra Nascimento, ponta-direita da seleção, foi escolhida a melhor jogadora do confronto com as japonesas. Alê dividiu a artilharia da noite com Shiori Kamimachi, do Japão, com sete gols. Além de Brasil, Japão, Tunísia e França, o Grupo C do Mundial conta com Cuba e Romênia. Além de Brasil x França, a rodada de amanhã no Ibirapuera terá ainda Tunísia x Cuba, às 15h, e Romênia x Japão às 17h15m.
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Contra o Japão o Brasil busca a segunda vitória no Mundial na segunda-feira

Encarar todo jogo como difícil. Esse é o pensamento da Seleção Brasileira Feminina de Handebol para o Campeonato Mundial, que está sendo disputado em São Paulo. E a frase será ainda mais reforçada no grupo até segunda-feira, quando a equipe volta ao Ginásio do Ibirapuera, na Capital, às 19h45min, para enfrentar o Japão, adversário que, teoricamente, não é dos mais complicados. Na estreia, o Brasil derrotou as cubanas na sexta, por 37 a 21, e as japonesas perderam para a França neste sábado por 41 a 22.

Quem falou sobre essa filosofia de trabalho da Seleção foi a central Mayara.

"Passada a ansiedade do primeiro jogo, claro que estamos um pouco mais tranquilas. Mas não podemos nos acomodar e entrar em quadra achando que vai ser fácil ganhar só porque o adversário não é forte como uma Rússia, por exemplo. Todos os times estão igualmente motivados", comentou.

"Acho que o mais importante para amanhã é ajustarmos as finalizações. Perdemos alguns gols fáceis contra Cuba", completou a jogadora, que treinou com o grupo ontem à tarde, no Pinheiros.

Fernanda, artilheira da estreia com oito gols, adiantou quais cuidados especiais as brasileiras precisam ficar atentas contra o Japão.

"É uma equipe bastante rápida e que consegue surpreender durante o jogo, principalmente na formação da defesa. Estudamos bastante esse fator, e a dica do Morten (Soubak, técnico da Seleção) é uma só: concentração para não nos abalarmos quando elas mudarem o jeito de jogar. Além disso, somos mais fortes fisicamente e esse é um ponto a nosso favor que podemos explorar", destacou.

Também amanhã, o Ginásio Ibirapuera receberá outros dois confrontos do Grupo C pela segunda rodada. Às 15h, entram em quadra Cuba e Romênia. Em seguida, às 17h15min, será a vez de Tunísia e França. O Mundial, disputado entre 24 seleções, vai até o dia 18 de dezembro. As cidades de Santos (Grupo A), Barueri (Grupo B) e São Bernardo do Campo (Grupo D), também recebem partidas.

> Equipes do Grupo D retornam ao ginásio para treinos

Assim como no grupo do Brasil, as equipes do Gupo D, sediado em São Bernardo do Campo, também estão de folga hoje (4) na tabela. Todas elas (Suécia, Argentina, Dinamarca, Uruguai, Croácia, Costa do Marfim) treinaram no Ginásio Poliesportivo Adib Moysés Dib.

Nesta segunda, elas voltam à quadra para a segunda rodada da chave. As primeiras a entrar em quadra serão Costa do Marfim e Suécia às 15h15min. Argentina e Dinamarca se enfrentam às 17h45min. Uruguai e Croácia encerram a rodada às 20h.
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Brasil acompanha jogos dos adversários no Mundial Feminino em dia de folga na tabela

Depois de estrear com o pé-direito no Campeonato Mundial Feminino de Handebol, vencendo as cubanas por 37 a 21, a Seleção Brasileira, comandada pelo treinador dinamarquês Morten Soubak, ganhou folga na manhã deste sábado e, à tarde, a tarefa foi assistir aos jogos das outras equipes que compõem o Grupo C: Romênia x Tunísia (30 a 28) e França x Japão (41 a 22).

Atletas e comissão técnica chegaram por volta das 14h30min ao Ginásio Ibirapuera, sede da Chave C, para acompanhar as duas partidas do dia na Capital Paulista. Como de praxe, a equipe assistirá aos vídeos com os melhores momentos dos confrontos para complementar o ‘estudo’ sobre as adversárias. Mas nada como acompanhar ao vivo.

"Só o vídeo já ajuda bastante para analisarmos as características dos times. Mas poder ver o jogo todo e de perto ajuda bastante, é muito importante", comentou Moniky Bancilon, armadora-esquerda do Brasil.

De volta às atividades práticas no domingo, a Seleção treinará das 16h às 18h no Esporte Clube Pinheiros, também na cidade de São Paulo. As atenções voltam-se, agora, para as japonesas, próximo desafio das anfitriãs, na segunda-feira, às 19h45min.

"Vamos continuar trabalhando para manter o bom desempenho, pensando somente no Japão neste momento. Somos melhores fisicamente, mas o adversário tem uma equipe muito rápida. Então, precisamos ficar atentas à essa característica", adiantou Morten Soubak.

Também na segunda-feira, o Ginásio Ibirapuera receberá outros dois confrontos do Grupo C pela segunda rodada. Às 15h, entra em quadra Cuba e Romênia. Em seguida, às 17h15min, será a vez de Tunísia e França. O Mundial, disputado entre 24 seleções, vai até o dia 18 de dezembro. As cidades de Santos (Grupo A), Barueri (Grupo B) e São Bernardo do Campo (Grupo D), também recebem partidas.
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Romênia vence Tunísia de virada, e França derrota o Japão no Mundial Feminino

Os adversários do Brasil na primeira fase do Mundial Feminino de Handebol, Grupo C, estrearam neste sábado no Ginásio Ibirapuera, na cidade de São Paulo. Em partida equilibrada, a Romênia venceu a Tunísia de virada por 30 a 28 (14 a 15); e no segundo jogo do dia, deu a lógica e a vice-campeã mundial França derrotou o Japão por 41 a 22 (18 a 13).

Quem assistiu todo o primeiro tempo da primeira partida apostou que, mesmo com a igualdade no nível do handebol apresentado, as romenas não conseguiriam ter forças para virar o placar contra a Tunísia. As africanas eram visivelmente mais rápidas que as europeias na transição da defesa para os ataques e mantiveram cerca de dois gols de vantagem até a metade da segunda etapa. A partir de então, a equipe que estava atrás no placar se recuperou e conseguiu parar as adversárias, levando a melhor.

A melhor jogadora do confronto foi Mouna Chebbah, da Tunísia, com cinco gols e nove assistências.

"Fico feliz por ter ajudado minha equipe na estreia do Mundial. Mas, infelizmente, perdemos a concentração no final e deixamos a vitória escapar. Agora, precisamos nos concentrar para o próximo jogo", destacou a jogadora, referindo-se ao duelo contra a França, na segunda-feira, às 17h15min.

No outro confronto do dia, as francesas não tiveram dificuldades para passar pelas japonesas. O primeiro tempo foi mais morno e equilibrado. Na segunda etapa, a vice-campeã mundial mostrou a que veio e não deu chance ao Japão. Disparou no placar, caprichando no contra-ataque e, principalmente, nas finalizações.

Camile Ayglon, da França, foi a melhor jogadora da partida, depois de acertar seis vezes a rede adversária, em seis chutes, ficando com 100% de aproveitamento.

"Começar vencendo é sempre bom; com certeza, ajuda a ficarmos mais tranquilas para o próximo jogo. Mas a competição está só no começo. Ainda tem muita coisa pela frente. Vamos trabalhar para conquistar mais um resultado positivo na segunda rodada", comentou a goleadora.

Além de Tunísia x França, na segunda-feira, o Ginásio Ibirapuera recebe Cuba x Romênia, às 15h. As cubanas foram derrotadas pela Seleção Brasileira no sábado. O Brasil também entra em ação novamente, às 19h45min, contra o Japão.
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Mundial Feminino de Handebol agita São Paulo

As cidades de Santos, Barueri e São Bernardo começarão a receber os jogos do Campeonato Mundial Feminino de Handebol. Depois da partida de abertura entre Brasil e Cuba nesta sexta-feira no Ginásio Ibirapuera, em São Paulo, as outras 22 seleções que participam da competição entram em quadra neste sábado, dando início à disputa pela medalha de ouro. O título carimba o passaporte para a Olimpíada de Londres-2012.

A composição dos grupos na primeira fase garante um torneio equilibrado e emocionante. Pelo Grupo A, com sede na Arena Santos, a primeira rodada colocará frente a frente a tradicional Alemanha e a Noruega, campeã olímpica e tetracampeã europeia. Outro confronto será entre Angola, campeã africana, e China, bronze no Campeonato Asiático. A chave terá, ainda, Montenegro x Islândia.

Os duelos do Grupo B, no Ginásio José Corrêa, em Barueri, serão abertos com o jogo entre Austrália e Cazaquistão, sendo esse último o atual campeão asiático. Em seguida, um encontro que promete ser um dos melhores: Rússia, atual campeã mundial e uma das favoritas ao título, e Coreia do Sul, nove vezes campeã asiática. Ainda competem, nesta chave, Espanha, vice-campeã da Eruopa em 2008 e 2012, e Holanda.

O Ginásio Ibirapuera, na Capital Paulista, receberá, amanhã, os confrontos entre Tunísia e a terceira colocada do Europeu, Romênia; além da atual vice-campeã Mundial França e do quatro colocado asiático Japão, equipes que compõem a Chave C ao lado de Cuba e da Seleção Brasileira, anfitriã e medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara.

Por fim, o Grupo D, com sede no Ginásio Adib Moyses Dib, em São Bernardo, promete ser o mais equilibrado entre todos. A cidade voltará atenção especial, no entanto, para a segunda colocada no Europeu, Suécia, que pega a Argentina, e para a Dinamarca, três vezes campeã olímpica, que enfrenta o Uruguai. O último jogo do dia reunirá Croácia e Costa do Marfim.

Os quatro melhores classificados de cada grupo vão disputar as oitavas-de-final em sistema eliminatório (mata-mata). Os vencedores seguem para o Ginásio Ibirapuera, para decidir as quartas-de-final a partir do dia 14. A sede receberá também as semifinais, no dia 17, e a decisão do ouro, no dia 18. Além de garantir vaga na Olimpíada, o novo campeão também será diretamente qualificado para o Mudial 2013, na Sérvia.

Transmissão - o canal Esporte Interativo será responsável pela transmissão do Mundial. Na primeira fase, além de todos os confrontos do Brasil, a emissora passará, ao vivo, as partidas entre Noruega e Alemanha; Holanda e Espanha; e Holanda e Rússia.

> Confira a tabela da primeira rodada:

Grupo A (Santos)
15h - Montenegro x Islândia
17h15 - Noruega x Alemanha, com transmissão do canal Esporte Interativo
19h30 - Angola x China

Grupo B (Barueri)
15h45min - Cazaquistão x Austrália
18h - Rússia x Coreia do Sul
20h15min - Holanda x Espanha, com transmissão do canal Esporte Interativo

Grupo C (São Paulo)
15h - Romênia x Tunísia
17h15min - França x Japão

Grupo D (São Bernardo)
13h - Suécia x Argentina
15h15min - Dinamarca x Uruguai
17h30min - Croácia x Costa do Marfim
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Seleção Brasileira Masculina volta às quadras neste sábado

Depois da prata conquistada nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, em outubro, a Seleção Brasileira Masculina de Handebol volta às quadras neste sábado, às 20h, para amistoso contra o Maringá na reinauguração do Ginásio de Esportes Francisco Bueno Neto, o Chico Neto, na cidade paranaense, com personagens de destaque.

A Seleção se apresenta no Paraná amanhã, às 12h, e entre os 13 jogadores convocados pelo técnico Javier Garcia Cuesta, dois são maringaenses: o ponta Renato Tupan e o central Henrique Teixeira. Atualmente, os dois defendem o Metodista/São Bernardo. No entanto, conhecem muito bem o adversário deste fim de semana. Teixeira, por exemplo, atuou pelo Maringá durante oito anos (2000-2007), até se transferir para a equipe do ABC paulista.

"Sai de lá há quatro anos. Todos do time cresceram jogando comigo. É um grupo qualificado, com atletas bem altos. Espero por uma boa partida, digna de primeira linha. Eles estarão bem motivados por jogar contra a Seleção e, em Maringá, a torcida comparece. A cidade é apaixonada pelo handebol. Então, vai ser bem bacana", comentou o central.

Apesar de ter amigos do outro lado da quadra, Teixeira adiantou que, na hora do jogo, esse fator será deixado de lado.

"Já conversei com alguns dos meninos, brinquei e tal. Mas vou fazer a minha função, porque o amistoso não deixa de fazer parte do trabalho da Seleção. Se precisar dar uma entrada mais dura, vou ter de deixar o emocional fora das quatro linhas", disse.

No começo do ano que vem, o Brasil disputa o pré-olímpico de olho em uma vaga em Londres-2012. O jogo será especial, também, para o assistente técnico do Brasil, Valmir Augusto Fassina. O motivo: é o técnico do Maringá.

"Vou conversar com o Javier para ver a possibilidade de ficar com a minha equipe. Acho que não vai ter problema, ele é tranquilo", brincou. Fassina, que treina o clube desde 2001 e é auxiliar de Javier desde 2009. Caso necessário, o auxiliar Itamir Alves Nascimento assume o Maringá.

Lista dos convocados

Goleiros

Maik Ferreira dos Santos (Pinheiros), Marcos Paulo dos Santos (Pinheiros) e Luiz Ricardo do Nascimento (Unopar Londrina/Sercomtel)

Centrais
Leonardo Luis Bortollini (Unopar Londrina/Sercomteal) e Henrique Teixeira (Metodista/São Bernardo)

Armadores
Fernando José M. Pacheco Filho, o Zeba (Pinheiros), Gustavo Nakamura Cardoso, o Japa (Metodista/São Bernardo), Julio Cesar Camilo Gomes (Unopar Londrina/Sercomtel) e Thiagus Petrus Gonçalves dos Santos (Pinheiros)

Pontas
Gil Vicente de Paes Pires (Unoesc/Orbenk/PMC) e Renato Tupan Ruy (Metodista/São Bernardo)

Pivôs
Vinícius Santos Teixeira (Metodista/São Bernardo), Alexandro Pozzer (Pinheiros)

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Definida a Seleção Feminina para o Mundial

Técnico dinamarquês Morten Soubak convocou 16 atletas para o Mundial

A Seleção Feminina que irá disputar o Mundial de Handebol em São Paulo, a partir desta sexta-feira, foi definida nesta quarta pelo técnico dinamarquês Morten Soubak. Além das 15 atletas que conquistaram a medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, consta na lista a pivô Alessandra.

A goleira Mayssa e as centrais Tayra e Débora, que integravam o grupo que treina desde o dia 19 para a competição, não foram convocadas. Soubak escolheu Alessandra devido à sua boa condição física e pelo fato de ser a mais adequada ao esquema tático utilizado.

"Vamos manter o grupo que deu certo no Pan. Jogamos com três defensoras e a Alessandra, que é forte e tem uma forma física boa, vai contribuir com esse sistema que estamos utilizando", argumentou o treinador.

O Brasil estreia no Mundial contra Cuba, nesta sexta-feira, às 21h, no Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo. As equipes estão no Grupo C, que conta ainda com França, Romênia, Tunísia e Japão.

Confira a lista de convocadas

Goleiras: Chana Masson (Randers, da Dinamarca) e Bárbara Elisabeth Arenhart, a Babi (Hypo, da Áustria)
Pontas: Alexandra Priscila do Nascimento (Hypo), Jéssica da Silva Quintino (A.D. Blumenau), Fernanda França da Silva (Hypo) e Samira Pereira da Silva Rocha (Hypo)
Armadoras: Mayara Fier de Moura (Mios Bigamos, da França), Ana Paula Rodrigues (Hypo), Francine Camila de Moraes (Hypo), Deonise Fachinello Cavaleiro (Itxaco, da Espanha), Eduarda Idalina Amorim, a Duda (Gyor, da Hungria), Silvia Helena Pinheiro (Hypo) e Moniky Karla Novais Bancilon (Metodista/São Bernardo)
Pivôs: Daniela Piedade, a Dani (Hypo); Fabiana Diniz, a Dara (Bera-Bera, da Espanha) e Alessandra Medeiros (ADC Santo André).
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Mundial Feminino de Handebol começa na próxima sexta-feira e será disputado em quatro cidades do Estado de São Paulo

Com adequações das arenas realizadas pela Effect Arquitetura, as quatro arenas sedes atendem o padrão e normas exigidos pela IHF
Ginásio Ibirapuera, em São Paulo, palco da grande Final – Foto: Carlos Henrique dos Santos

Na próxima sexta-feira, 02/12, o Brasil será pela primeira vez o país sede do Campeonato Mundial Feminino de Handebol 2011, que chega a sua 20ª edição. A competição será realizada entre os dias 2 e 18 de dezembro e acontece simultaneamente em quatro cidades do estado de São Paulo: Barueri, Santos, São Bernardo do Campo e São Paulo.

A demanda de exaustivos processos de estudos para a adequação e adaptação dos ginásios aos padrões e normas exigidos pela IHF (Federação Internacional de Handebol) em suas respectivas cidades sede: Arena Santos, no Litoral Paulista; Ginásio José Corrêa em Barueri; Ginásio Ibirapuera, em São Paulo e Ginásio Adib Moyses Dib, em São Bernardo do Campo, foram todos desenvolvidos pelo escritório Effect Arquitetura. Tendo como responsável Celso Grion, arquiteto, sócio-diretor da Effect que assumiu assim o cargo de Diretor para Instalações Técnicas (Technical Facilities) dentro do Comitê Organizador do Mundial.

Nestes estudos, além de adaptar os ginásios para receber a quadra oficial de Handebol, outros setores e áreas receberam atenção especial para solucionar questões relativas à funcionalidade dos ginásios durante a realização dos jogos. Entre eles, destacam-se adaptações nos vestiários, organização e distribuição das áreas de público, área VIP / Autoridades, salas para a organização do evento, salas e áreas específicas para receber a imprensa em nível mundial. “O maior desafio neste trabalho foi conseguir adequar os nossos ginásios e arenas aos padrões e normas exigidos pelo manual IHF para o evento, um exemplo de como se portar para realizar um campeonato desta importância, além do curto espaço de tempo para conciliar todas as áreas envolvidas, entre a organização do evento, cidades sedes e administradores das arenas.” diz Celso Grion.

Para escolha dos ginásios, o Comitê Organizador levou em consideração a capacidade de público, que deve ser de no mínimo cinco mil pessoas para eventos deste porte; capacidade técnica dos ginásios e arenas e a proximidade das quatro cidades com quadras capacitadas para o evento.

O Comitê Organizador do Mundial

Leon Kalin e Patric Dtrub, da IHF;

Manoel Luiz Oliveira, Presidente da CBHb;

Fabiano Redondo, Diretor Executivo;

Paula Villac, Administração;

Mauro Chekin, Diretor de Competição;

Celso Grion Diretor para Instalações Técnicas (Technical Facilities)

Maurício Fragata, Diretor de Marketing;

Dr. Leandro Lima, Médico Responsável;

Juliana Moraes, Logística;

Raimundo Oliveira, Diretor de Segurança;

Paula Vilac, Credenciamento;

Líbia Lender,Voluntária;

Glória Andrade, Comunicação/Imprensa.

O Campeonato Mundial

Data: de 2 a 18/12/2011.

24 Seleções divididas em 4 grupos.

Grupo A – Santos/SP – Arena Santos

Noruega, Montenegro, Angola, Alemanha, China e Islândia.

Grupo B – Barueri/SP – Ginásio José Corrêa

Rússia, Cazaquistão, Holanda, Coreia, Espanha e Austrália.

Grupo C – São Paulo/SP – Ginásio Ibirapuera

Brasil, Romênia, França, Tunísia, Cuba e Japão.

Grupo D – SBC/SP – Ginásio Adib Moyses Dib

Suécia, Dinamarca, Croácia, Argentina, Costa do Marfim e Uruguai.

Sistema de disputa: Os quatro melhores colocados de cada chave se classificam para as oitavas de final. A partir das quartas-de-final, dia 14, todos os jogos serão realizados na sede principal, o Ginásio Ibirapuera, em São Paulo. No dia 18 de dezembro, o Mundial será encerrado com a grande final, além da disputa da medalha de bronze, e dos dois jogos que definirão o 5º, 6º, 7º e 8º lugar. O campeão garantirá, automaticamente, vaga nos Jogos Olímpicos de 2012, em Londres, e no Campeonato Mundial de 2013, na Sérvia.


Effect Arquitetura e Gerenciamento de Projetos

http://www.effect.arq.br/

Av. Angélica, 1814 – cj 1001/1002 – Higienópolis

São Paulo / SP – 01228-200

Tel.: (11) 2894-1074

Contribuição de Pauta:

Tiago Machado -
NAMOSKA COMUNICAÇÃO

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Dinamarquês 'baiano' dirige o Brasil no Mundial Feminino de handebol

Para os desavisados que chegam a um treino da seleção brasileira feminina de handebol, a cena parece surreal. Logo no começo do trabalho, quem espera ver as jogadoras fazendo algum trabalho físico ou tático, dão de cara com uma animada pelada. Com direito a comemorações efusivas na hora em que sai um gol e provocações ao “árbitro” da partida. Para completar o cenário improvável, quem apita a pelada é ninguém menos que o técnico dinamarquês Morten Soubak, que a tudo assiste com uma expressão tranquila, às vezes deixando escapar alguns sorrisos, diante de uma jogada menos habilidosa de suas atletas.

Por mais que pareça estranho, o nórdico Soubak, de 47 anos, já assimilou o jeito mais despojado dos brasileiros, a ponto de ser apelidado pelas jogadoras da seleção de “dinamarquês baiano”. Sem deixar, é claro, de abrir mão de um estilo exigente e bastante meticuloso de trabalho na seleção feminina, iniciado em 2009. Esta mistura vem até agora trazendo bons resultados – o principal deles foi a conquista da medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara e a conquista da vaga olímpica para as Olimpíadas de Londres 2012.

“Existe uma troca muito grande entre todos nós. Ele aprende muito com o nosso jeito, a nossa cultura, enquanto que as jogadoras conseguem aproveitar ao máximo o que ele tem para nos passar, especialmente por ter origem em uma das escolas mais importantes do handebol mundial”, explica a central Tayra, que começou a trabalhar com Soubak apenas no ano passado.

Mas mesmo com este pouco tempo de convivência ela já pôde notar que o dinamarquês não demonstra um comportamento mais frio e distante, como a própria pelada de aquecimento antes dos treinos demonstra. “Falamos que ele já é ‘brasileiro’. No começo, era mais fechado, mas depois foi se soltando. No nosso futebol, brincamos bastante com ele”, conta a jogadora.

Na verdade, comandar a seleção brasileira não é a primeira experiência de Morten Soubak no handebol brasileiro. Em 2005, ele foi contratado para dirigir a equipe masculina do Pinheiros, por onde atuou quatro anos, tendo conquistado títulos importantes no handebol do país, como Campeonato Paulista, Liga Nacional, Copa do Brasil e Jogos Abertos do Interior. Em 2009, aceitou o convite para substituir o espanhol Juan Oliver. Por conta desta experiência anterior, o choque cultural entre o antes mais sisudo Soubak e as jogadoras brasileiras não foi tão forte assim.

Morten Soubak já trabalha no Brasil desde 2005, quando comandou o time masculino do Pinheiros

“Como eu já tinha trabalhado com ele, nem estranhei muito. Conheço bem o estilo do Morten, que nos dá muita liberdade para expressarmos nossa opinião, mas sabe exigir o máximo de todas nós. Agora, o que ele estranhou muito foi como a gente fala o tempo inteiro”, brinca a experiente goleira Chana Masson, de 32 anos, tricampeã pan-americana e que foi dirigida por Soubak no FCK Kobenhavnm, da Dinamarca, em 2004.

Além de já estar bem adaptado à cultura e hábitos brasileiros, Soubak vem tendo, para as jogadoras da seleção brasileira, uma participação importante na evolução do handebol feminino do país. “Já fui comandada por russo, húngaro e austríaco. Posso garantir que o papel mais importante do trabalho dele é que com ele nós não perdemos nossa identidade, nossa forma de jogar. Não precisamos copiar ninguém”, explica a pivô Dani Piedade, de 32 anos, que atua no Hypo, da Áustria.

Mas o que o “dinamarquês baiano” diz a respeito de tudo isso? “Eu já virei
brasileiro”, concorda Soubak, em um português quase fluente, lembrando que pior do que o choque cultural, foi mesmo a diferença na forma com que o handebol é encarado no Brasil e na sua Dinamarca. “Aqui ainda é amador, com algumas equipes vivendo um regime semi-profissional. Lá existe um profissionalismo total, com uma cobertura intensa da mídia, além de um trabalho forte de revelação de talentos. Quem sabe este Mundial ajude a mudar um pouco esta situação no Brasil”, diz Soubak.
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