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Seleção brasileira feminina de handebol escapa da poderosa Noruega na 1ª fase

Brasil de Duda escapou da rival mais poderosa na primeira fase dos Jogos Olímpicos, a Noruega

O Brasil conheceu nesta quarta-feira seus adversários no torneio feminino de handebol dos Jogos Olímpicos. O sorteio, realizado em Londres, colocou Angola, Croácia, Grã-Bretanha, Montenegro e Rússia no caminho das brasileiras.

Entre as rivais do grupo A, o principal destaque é a seleção russa, atual medalhista de prata nos Jogos Olímpicos de Pequim. As brasileiras, atuais campeãs pan-americanas, vem embaladas depois do quinto lugar no último Campeonato Mundial, realizado em São Paulo, no ano passado.

Medalha de ouro em 2008 e campeã mundial, a Noruega está no grupo B, ao lado da França, vice mundial, da Coreia do Sul, medalha de bronze em Pequim, além de Espanha, Suécia e Dinamarca.

As quatro primeiras colocadas de cada chave garantem vaga nas quartas de final do torneio olímpico. A partir daí, as oito melhores colocadas disputam em sistema de mata-mata as medalhas de ouro, prata e bronze.
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Seleção de handebol experimenta estilo asiático para Londres

Em amistosos na Turquia, a Seleção Brasileira venceu Suécia, Bielorrússia e as anfitriãs turcas

Depois das três vitórias em amistosos na semana passada, na Turquia, a Seleção Brasileira de handebol feminino continua, na Europa, sua preparação para os Jogos Olímpicos de Londres. O próximo adversário é a Coreia do Sul, em duas partidas que acontecerão na França.

As sul-coreanas, medalhistas de bronze no torneio olímpico de Pequim 2008 e classificadas para os Jogos de Londres, são conhecidas por ter um estilo de jogo bem peculiar, onde a velocidade é a principal característica. "Na Olimpíada só elas terão esse estilo de jogo", disse o técnico do Brasil, o dinamarquês Morten Soubak.

"Por isso, acho muito boa essa oportunidade de enfrentá-las nesses dois amistosos. É interessante saber como jogar contra a equipe e que tipo de partida podemos esperar", afirmou Soubak, que apesar do estilo "incomum" do adversário, ressaltou que o objetivo é o desempenho próprio. "O foco amanhã ainda será a nossa performance e a Coreia é um bom adversário para vermos como estamos."

Na Olimpíada de Pequim, Brasil e Coreia do Sul se enfrentaram na primeira fase do torneio, com vitória para as brasileiras por um gol, anotado no último segundo. "Sabemos que pode ser um jogo muito equilibrado. Para mim, o que importa é o presente e não a história. Quatro anos atrás as duas equipes eram diferentes", conclui o técnico da Seleção.

As duas partidas acontecem na cidade de Maubeuge, no extremo norte da França. A primeira será nesta quarta-feira, às 14h15 (horário de Brasília), e a segunda na sexta-feira, às 15h30. Na semana passada, o Brasil venceu Suécia, Bielorrússia e Turquia em amistosos em solo turco. Das 17 jogadoras da Seleção, 15 atuam na Europa.
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Handebol feminino do Brasil bate Turquia e soma terceira vitória em preparatório para Londres

A seleção feminina de handebol superou a Turquia por 34 a 24 neste sábado (26), encerrando invicto e com três vitórias, o torneio preparatório para os Jogos Olímpicos de Londres em Antalya, na Turquia. 

O treinador da seleção brasileira, Morten Soubak, avaliou que o placar favorável não foi tão surpreendente, mas sim o desempenho da equipe em quadra. Para ele, este foi o melhor jogo disputado durante o torneio. “Estamos bem contentes. Foi o melhor jogo até agora. Tivemos que brigar muito. Alguns momentos foram difíceis, elas chegaram a empatar, mas depois abrimos vantagem. O que importa é que jogamos direitinho e conseguimos manter a regularidade”, afirmou o técnico. 

Com uma vitória apertada por 16 a 14 contra as donas da casa no primeiro tempo, na segunda etapa, o desempenho da seleção cresceu. "Foi uma viagem longa para construir a vantagem, mas conseguimos manter um ritmo alto o tempo todo e esta foi uma das diferenças. Estivemos bem mais duros. Gostei muito do jogo", completou Soubak, que é dinamarquês.

Antes, o Brasil havia passado por Suécia (37 a 22) e Belarus (37 a 28). Agora, a preparação da seleção olímpica segue na França, onde fará dois jogos amistosos contra a Coreia do Sul, na próxima quarta e sexta-feira.
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Seleção feminina garante nova vitória na Turquia

Mais uma vez, a Seleção Brasileira feminina de handebol saiu com vitória no torneio preparatório que está sendo disputado em Antalya (TUR). Depois de passar pela Suécia ontem, a equipe derrotou a Bielorrússia nesta sexta-feira, fechando o placar em 37 a 28 (20 a 12 no primeiro tempo).

Neste sábado, para completar o desafio quadrangular, as comandadas do técnico Morten Soubak enfrentam as donas da casa, às 13h (de Brasília).

Diante de uma equipe que investe muito na defesa, o Brasil também se mostrou um pouco mais travado. Apesar do placar ser razoavelmente tranquilo, o treinador conta que muitas metas que a equipe tinha dentro de quadra não puderam ser cumpridas.

"Hoje as coisas não deram tão certo para nós quanto ontem. Elas também conseguiram colocar boas bolas e nós só conseguimos abrir mais o placar no final do primeiro tempo. Erramos mais hoje do que ontem", afirmou Morten Soubak.

O treinador destacou ainda a atuação da goleira Mayssa, que evitou um maior número de gols das adversárias.

"Ela foi muito bem. Defendeu várias bolas."

Amanhã, no encontro com a Turquia, que fecha o torneio, o objetivo é novamente encaixar as boas jogadas feitas no primeiro dia contra a Suécia, equipe que assim como o Brasil, também já está classificada para os Jogos Olímpicos de Londres.

"Temos que voltar para o estilo que tivemos ontem e que deu certo." 

Na segunda partida do dia, a Suécia venceu a Turquia, por 28 a 22. Depois do quadrangular na Turquia, a Seleção feminina viaja para a França, onde fará dois jogos amistosos com a Coreia do Sul na quinta e na sexta-feira
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Seleção Brasileira vence Bielorússia em quadrangular na Turquia

Em fase de preparação para os Jogos Olímpicos de Londres, a Seleção Brasileira de handebol feminino venceu mais uma partida no quadrangular disputado em Antalya, na Turquia.

Após superar a Suécia na última quinta-feira, a equipe comandada por Morten Soubak triunfou por 37 a 28 sobre a Bielorrússia, nesta sexta-feira, em seu penúltimo jogo na competição.

Apesar da vitória, o treinador da equipe brasileira não gostou da atuação de suas comandadas diante da equipe europeia. "Hoje as coisas não deram tão certo para nós quanto ontem.

Elas também conseguiram colocar boas bolas e nós só conseguimos abrir mais o placar no final do primeiro tempo. Erramos mais hoje do que ontem", analisou Soubak, que elogiou a atuação da goleira Mayssa. "Ela foi muito bem. Defendeu várias bolas", completou.

Neste sábado, às 13 horas (de Brasília), a Seleção mede forças com a Turquia em seu último jogo neste quadrangular. Para triunfar no duelo com a anfitriã da competição, Morten Soubak espera que o time brasileiro repita a boa atuação que teve diante das suecas. "Para amanhã, temos que voltar para o estilo que tivemos ontem e que deu certo", encerrou.

Após o quadrangular na Turquia, o Brasil embarca para a França, onde realiza dois amistosos contra a Coreia do Sul, na próxima quinta e sexta-feira.
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No handebol feminino, Brasil surpreende Suécia e vence fácil


A equipe brasileira, treinada pelo técnico Morten Soubak, conseguiu cumprir as determinações do comandante, que elogiou o grupo de jogadoras.

"Foi melhor do que esperávamos. A defesa funcionou e o número de contra-ataques e de gols foi muito bom. Estamos felizes com o resultado, mas não temos que comemorar ainda. Temos muito trabalho adiante", afirmou.

O treinador enfatizou também a importância do patamar em que estão as adversárias derrotadas, que, assim como as brasileiras, também já tem classificação garantida para os Jogos Olímpicos de Londres.

A próxima adversária do Brasil no torneio é a Bielorrússia, em partida que acontecerá nesta sexta, às 11h (de Brasília), e o último jogo da equipe na Turquia acontece às 13h de sábado, contra as donas da casa.

Depois disso, o grupo segue para a França para realizar dois amistosos contra a Coreia do Sul, medalha de bronze em Pequim e também classificada para os Jogos de Londres.
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Presidente lamenta saída de Javier Cuesta e afirma: "Infelizmente, foi uma decisão dele"

Sem brigas e sem ressentimentos. Para o presidente da Confederação Brasileira de Handebol (CBHb), Manoel Luiz, foi dessa forma que acabou a relação com o treinador Javier Cuesta. A declaração do mandatário sobre o pedido de demissão do espanhol foi em tom bastante amigável. Porém, para o ex-comandante da seleção masculina, responsável pelo ciclo olímpico 2009/2012, ficou um sentimento de descontentamento.

Após finalizar o programa de preparação da seleção visando o Pré-Olímpico de Gotemburgo, Javier havia reclamado da falta de um período maior de treinamennto. Na ocasião, o treinador afirmou que, diante dos problemas, seria melhor abrir mão da disputa. Após a eliminação no torneio realizado na Suécia, encerrado no último domingo, onde o Brasil conquistou apenas uma vitória (sobre a Macedônia) e foi derrotado duas vezes (Suécia e Hungria), o espanhol bateu na mesma tecla.

- Na preparação final para o Pré-Olímpico, não tivemos tempo suficiente. Não treinamos como deveríamos nessa reta final. Além disso, havia uma dificuldade profissional. Eu me dividia em duas funções. Com isso, eu não consegui alcançar os objetivos propostos – afirmou Javier Cuesta.

Na época, questionado pelo AHE! sobre as declarações do espanhol, o presidente da CBHb garantiu que não faltava nada para o comandante. E lembrou que, visando o Pan de Guadalajara, a seleção realizou sua melhor preparação da história.

Mesmo pego de surpresa com a decisão, Manoel Luiz fez questão de exaltar o grande legado deixado pelo treinador. O presidente também explicou que o tempo de treinamento foi menor do que o desejado por Javier. Mas, de acordo com suas palavras, não houve um pedido oficial.

- Infelizmente, foi uma decisão do Javier. Ele é um treinador que contribuiu muito para o handebol brasileiro. Além disso, é um profissional reconhecido no mundo inteiro. É uma pessoa muito especial. Posso garantir que, todos aqui na Confederação, estão sentindo muito a saída dele – disse Manoel.

Deixando de lado a tristeza pelo fato de a seleção não ter conseguido uma vaga em Londres e pela saída de Javier Cuesta, a cúpula da CBHb já está trabalhando pensando nas próximas competições. O Pan-Americano, que será em junho, na Argentina, evento classificatório para o Mundial, na Espanha; além dos Jogos Pan-Americanos de 2015, já estão sendo planejados.

- Já estamos estudando o nome para assumir a seleção masculina. Até porque, já havíamos oferecido ao Javier o cargo de coordenador técnico nacional, função que ele realizou na federação da Espanha. O novo nome deve ser divulgado em breve. Apesar disso, não posso adiantar o nome agora. Ainda não está definindo se o novo treinador será brasileiro ou estrangeiro – finalizou Manoel.

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Brasil se despede com vitória do Pré-olímpico de Handebol

A seleção brasileira não conseguiu a classificação para os Jogos de Londres, mas se despediu com vitória do Pré-olímpico de Handebol disputado em Gotemburgo neste domingo. O Brasil venceu a Macedônia por 28 a 27, porém as vagas na Inglaterra ficaram com a anfitriã Suécia e com a Hungria.

Assim como nas duas primeiras rodadas, em que a Seleção perdeu para a Suécia (25 a 20) e para a Hungria (29 a 27), o equilíbrio marcou o duelo diante dos macedônios, que também tropeçaram nos duelos anteriores e entraram em quadra já sem chances de classificação.

A vitória chegou nos segundos finais e foi determinada, especialmente, pelas excelentes atuações do goleiro Marcão - autor de grandes defesas, incluindo dois tiros de sete metros - e de Gil, artilheiro do duelo com sete gols, a maioria em contra-ataques.

A seleção brasileira saiu atrás (2 a 0), mas se recuperou e manteve a liderança no placar durante a maior parte do tempo. Com 20 minutos, a equipe treinada pelo espanhol Javier Garcia Cuesta chegou a abrir três gols de vantagem (11 a 8) com um tento de Thiagus, que entrou com bom aproveitamento nas finalizações.

No segundo, o Brasil teve alguns momentos de desatenção e permitiu a reação da Macedônia, que chegou a virar para 18 a 17 aos 37 minutos. Foi então que Javier Cuesta pediu tempo para recolocar o time nos eixos e, aos 48 minutos, a equipe abriu sua maior vantagem no marcador (25 a 21) com mais um gol de Gil.

Os europeus reagiram no fim, diminuindo a vantagem para um gol, e quase levaram a decisão para a prorrogação. Os brasileiros, porém, capricharam na marcação e garantiram despedida honrosa do torneio, como havia pedido o técnico Javier Cuesta na véspera.

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Seleção masculina de handebol perde para Hungria e não vai a Londres

Apesar de triste com a derrota, o técnico do Brasil, o espanhol Javier Garcia Cuesta, elogiou o rendimento dos seus comandados neste sábado. "Foi, com certeza, a melhor partida que a Seleção fez sob o meu comando desde 2009. Sinto muito orgulho de ser treinador desse time", afirmou. "Sabíamos que teríamos poucas chances de classificação, mas fizemos o nosso melhor. Agora é terminar esse ciclo ganhando da Macedônia",acrescentou o treinador, referindo-se ao confronto deste domingo, às 9h45 (horário de Brasília). Na estreia, o Brasil já havia feito duelo equilibrado contra a Suécia, mas perdeu por 25 a 20.

Os erros da equipe brasileira contra a Hungria em momentos decisivos acabaram definindo o resultado. A equipe esteve atrás praticamente o tempo todo, mas perdeu duas vezes a chance de empatar nos seis minutos finais, quando o placar apontava 25 a 24. Os húngaros, que bateram a Macedônia por 28 a 26 na primeira rodada, aproveitaram a oportunidade e definiram a vitória.

A partida começou muito equilibrada, mas, liderados por Gabor Csaszar, goleador do time ao lado de Gergo Ivancsik com seis gols, e pelo cubano naturalizado húngaro Carlos Perez, os europeus passaram à frente em 6 a 5 com dez minutos de jogo e não perderam mais a dianteira, chegando a abrir quatro gols (11 a 7). O Brasil reagiu a partir de boas defesas do goleiro Maik e finalizações precisas do ponta Borges e do armador Zeba - artilheiro do duelo com sete gols - e foi para o intervalo com apenas um gol atrás.

Um início muito ruim dos brasileiros na segunda etapa permitiu à Hungria abrir boa vantagem novamente (19 a 15). Em oito ataques, a Seleção aproveitou apenas um e só marcou seu primeiro gol após seis minutos. O pivô Vini, porém, comandou nova reação, e a diferença caiu para um gol a sete minutos do fim. A partir daí o nervosismo derrubou o Brasil, que lutou até o fim, mas acabou derrotado por um rival mais experiente e acostumado a decisões.

A Seleção teve que disputar o Pré-Olímpico após perder a final do Pan-Americano de Guadalajara para a Argentina, em 2011. Com a vitória sobre o Brasil, a equipe argentina assegurou sua participação nos Jogos de Londres.

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Suécia supera a seleção brasileira na estreia do Pré-Olímpico de handebol

Pires tenta agarrar o adversário europeu pela camisa para conter o ataque da Suécia

Em um duelo equilibrado, a seleção brasileira foi derrotada pela anfitriã Suécia por 25 a 20, na estreia do Pré-Olímpico de handebol masculino, nesta sexta-feira, em Gotemburgo. O time comandado pelo treinador espanhol Javier Cuesta adotou a tática do rodízio de jogadores, manteve um bom nível técnico e deu trabalho para a forte adversária do quadrangular, que ainda conta com Hungria e Macedônia. Os visitantes saíram na frente, mas os donos da casa viraram: 5 a 4. Apesar da pressão, os sul-americanos não se intimidaram e encostaram no placar no primeiro tempo: 12 a 10. O jogo seguiu disputado, mas o Brasil acabou se precipitando em alguns ataques. Oportunistas, os europeus abriram quatro pontos de vantagem e deslancharam no final da partida.

- Jogamos muito bem durante 46 minutos. Nos outros 14, erramos no que não poderíamos errar e isso fez a diferença. Mas fiquei satisfeito com o desempenho do nosso sistema defensivo. Tomamos poucos gols - avaliou Javier Cuesta.

O time verde-amarelo poderia ter carimbado o passaporte para a capital britânica nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, mas perdeu uma dramática final para Argentina e viu seu maior rival ficar com a única vaga olímpica reservada para a América. Na luta pela classificação, a seleção brasileira terá um desfalque importante. O armador Bruno Souza rompeu os ligamentos cruzados do joelho direito durante os treinos para o Pré-Olímpico, em Maringá, no Paraná, e deve ficar afastado das quadras por seis meses.

No jogo de abertura do quadrangular, a Hungria venceu a Macedônia por 28 a 26. A principal favorita do torneio é a seleção sueca que, mesmo sem conquistar um título desde 1999, continua sendo a mais tradicional escola de handebol e a maior campeã mundial, com quatro títulos e 11 pódios. No Mundial de 2011, a Suécia ficou em quarto lugar, a Hungria em sétimo e o Brasil em 21º. A Macedônia foi a única que não participou do campeonato.

O próximo desafio do time verde-amarelo será contra a Hungria, neste sábado, às 8h40m, e o último, diante da Macedônia, às 9h30m, no domingo de Páscoa. Os dois primeiros colocados garantem vaga nos Jogos Olímpicos, que serão disputados de 28 de julho a 12 de agosto.


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Brasil enfrenta a Suécia em sua estreia no Pré-Olímpico masculino

Vai começar a rápida e decisiva sequência de três jogos que a seleção brasileira masculina de handebol tem pela frente em busca de uma vaga nas Olimpíadas, no meio do ano. O primeiro adversário no Pré-Olímpico de Gotemburgo, nesta sexta-feira, será a Suécia, dona da casa, às 12h (de Brasília), com transmissão ao vivo no canal ESPN (internacional).

A equipe brasileira, comandada pelo espanhol Javier Garcia Cuesta, precisa disputar o torneio por ter ficado com a medalha de prata nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, no México, em outubro, após perder a final para a Argentina, que garantiu a vaga. Agora, o Brasil encara três europeus na briga pela classificação.

Confira abaixo as tabelas do Pré-Olímpico masculino:

Pré-Olímpico 1 (Espanha)

Sexta-feira (06/04)
Polônia x Argélia
Espanha x Sérvia

Sábado (07/04)
Sérvia x Polônia
Espanha x Argélia

Domingo (08/04)
Sérvia x Argélia
Espanha x Polônia

Pré-Olímpico 2 (Suécia)

Sexta-feira (06/04)
Hungria x Macedônia
Suécia x Brasil

Sábado (07/04)
Brasil x Hungria
Macedônia x Suécia

Domingo (08/04)
Brasil x Macedônia
Suécia x Hungria

Pré-Olímpico 3 (Croácia)

Sexta-feira (06/04)
Croácia x Japão
Islândia x Chile

Sábado (07/04)
Croácia x Chile
Japão x Islândia

Domingo (08/04)
Japão x Chile
Croácia x Islândia

* Seleções já classificadas: Grã-Bretanha, França, Argentina, Tunísia, Dinamarca e Coreia do Sul


Mais do que corrigir erros dentro de quadra, o capitão Léo destacou que é importante trabalhar o lado psicológico e transformar as dificuldades em motivação.

- O fato de ser nossa última chance de classificação para as Olimpíadas precisa servir como incentivo – afirmou Léo, que ressaltou os pontos fortes da Suécia.

- Eles (suecos) têm ótima defesa. Outra qualidade é o contra-ataque. Por isso, precisamos ter muita paciência no ataque e trabalhar a bola sem precipitação na hora de arremessar para evitar que ela volte para as mãos deles - analisou.

Javier Cuesta destacou a importância de vencer os suecos.

- Será o jogo mais difícil. Além de ser uma seleção forte, com histórico bom, vai jogar em casa. Se iniciarmos com uma vitória em cima deles, vamos ganhar força para as outras partidas - disse o treinador.

A segunda partida do Brasil será contra a Hungria, no sábado. No domingo, a equipe comandada pelo espanhol Javier Cuesta enfrenta a Macedônia. Os dois primeiros colocados carimbam o passaporte para Londres.

Confira abaixo os jogos que terão transmissão pela TV:

Sexta-feira
09h45 - Hungria x Macedônia
12h00 - Suécia x Brasil, com transmissão da ESPN (internacional)

Sábado
08h45 - Brasil x Hungria, com transmissão da ESPN (internacional)
11h00 - Macedônia x Suécia

Domingo
09h45 - Brasil x Macedônia, com transmissão da ESPN (internacional)
12h00 - Suécia x Hungria
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Brasil estreia nesta sexta no Pré-Olímpico Masculino contra a Suécia

Vai começar a rápida e decisiva sequência de três jogos que a Seleção Brasileira Masculina de Handebol tem pela frente em busca de uma vaga nas Olimpíadas, no meio do ano. O primeiro adversário no Pré-Olímpico de Gotemburgo, nesta sexta-feira, será a Suécia, dona da casa, às 12h (de Brasília), com transmissão ao vivo no canal ESPN (internacional). A segunda partida é contra a Hungria, no sábado, e a última contra a Macedônia, no domingo). Os dois primeiros colocados carimbam o passaporte para Londres.

A equipe brasileira, comandada pelo espanhol Javier Garcia Cuesta, precisa disputar o torneio por ter ficado com a medalha de prata nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, no México, em outubro, após perder a final para a Argentina, que garantiu a vaga. Agora, o Brasil encara três europeus na briga pela classificação. Mais do que corrigir erros dentro de quadra, o capitão Léo destacou que é importante trabalhar o lado psicológico e transformar as dificuldades em motivação.

"O fato de ser nossa última chance de classificação para as Olimpíadas precisa servir como incentivo", disse.

O central contou que, como capitão e um dos mais experientes do grupo, tenta passar tranquilidade aos companheiros e pede concentração durante os 60 minutos.

"Sabemos que todos os confrontos serão difíceis. Então, não podemos relaxar em momento algum. Cada um tem que dar o seu máximo e manter a qualidade de jogo até o final. É fundamental entrarmos com o pé no chão e errarmos o menos possível para chegarmos à vitória”, afirmou

Léo ressaltou os pontos fortes da Suécia.

"Eles têm ótima defesa. Outra qualidade é o contra-ataque. Por isso, precisamos ter muita paciência no ataque e trabalhar a bola sem precipitação na hora de arremessar para evitar que ela volte para as mãos deles." Javier Cuesta destacou a importância de vencer os suecos.

"Será o jogo mais difícil. Além de ser uma seleção forte, com histórico bom, vai jogar em casa. Se iniciarmos com uma vitória em cima deles, vamos ganhar força para as outras partidas", disse o treinador.
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Ofuscado pelas mulheres, handebol masculino já se planeja para as próximas gerações

A seleção brasileira feminina de handebol fez bonito no ano passado e ganhou destaque do público depois do quinto lugar no Mundial de São Paulo.

Foi a melhor colocação de um time nacional no esporte. Venceu potências como França, Romênia e Rússia e por pouco não foi ao pódio. Já garantiu vaga nos Jogos de Londres, após vencer os Jogos Pan-Americanos, e é cotada para disputar medalha.

Já a seleção masculina vive momento diferente. Ficou em 21º no Mundial-2011, perdeu para a Argentina no Pan e luta para obter vaga no Pré-Olímpico Mundial, contra fortes seleções europeias. Em sua preparação, perdeu dois jogos para a Tunísia, apenas a 19ª no último Mundial, e venceu uma equipe tunisiana.
Mas os homens querem “pegar carona” no sucesso das mulheres no esporte e lutam para melhorar a estrutura e terem um desempenho melhor nos Jogos do Rio de Janeiro, daqui a quatro anos.

“Na verdade, foi um grande passo no handebol feminino e é nossa esperança para uma medalha olímpica na modalidade. O que está sendo feito com elas está muito bom. Com intercâmbios, a maioria da meninas joga na Europa. Mas temos que nos preocupar com a nossa liga aqui no Brasil, formar mais atletas competitivos, pois temos que pensar nas próximas gerações”, falou o goleiro Mike.
“Nos últimos sete anos tivemos uma evolução no nosso jeito de jogar, e quem acompanha o nosso trabalho sabe disso, mas ainda temos que trabalhar muito para conquistar um resultado significativo.”
Para melhorar o desempenho, a Confederação Brasileira de Handebol aposta na escola espanhola. Atualmente, o técnico do time nacional é Javier Garcia Cuesta. Ele sucedeu o também espanhol Jordi Ribera.

E Cuesta sugere um maior intercâmbio nacional com as grandes potências e melhora na estrutura para atingir um melhor desempenho.

“[Precisamos de] competição externa e interna com nível. Nossas ligas internas estão melhorando, mas ainda não temos uma competição forte. Quanto a mais jogos internacionais, no ano passado tivemos 25 jogos. Antes, não tínhamos nem dez. Mas ainda é pouco, pois os europeus têm cem jogos fortes por ano”, falou.

“Tecnicamente, melhoramos muito. Mas ainda temos que melhorar a formação dos jogadores. Os treinadores da base precisam de mais ajuda para não dar tanta importância à competição, e sim à formação por etapas. A injeção de dinheiro no país para o esporte e sua estrutura vai ser grande e estamos aproveitando essa oportunidade com mais intercâmbios. Países do mundo inteiro estão firmando convênios com o Brasil, e o importante é que são países de alto nível de handebol. Centros de treinamentos, detectar talentos pelo país, isso tudo poderá ser melhorado”, continuou.

O Brasil estreia amanhã no Pré-Olímpico Mundial, contra a Suécia, às 12h (horário de Brasília). No sábado, encara a Hungria, e no domingo, a Macedônia. Tem que vencer pelo menos dois jogos para avançar. Mas o time já pensa em 2016.

“É uma realidade, pois vários jogadores desse ciclo olímpico irão participar do próximo ciclo. Esses atletas estão ganhando responsabilidade nos jogos, nos treinamentos, e o melhor é que estão ganhando experiência internacional”, finalizou Cuesta.

Veja os jogos do Brasil no Pré-Olímpico

Brasil x Suécia - sexta-feira (6) -12h
Brasil x Hungria - sábado (7) - 8h45
Brasil Macedônia - domingo (8) - 9h45
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Brasil encerra preparação para o Pré-Olímpico com vitória sobre o Hammamet

A Seleção Brasileira Masculina de Handebol venceu o Hammamet, da Tunísia, por 29 a 27 (13 a 14 no primeiro tempo) em amistoso realizado nesta quarta-feira no país africano. Foi o último jogo da equipe antes da estreia no Pré-Olímpico de Gotemburgo, na Suécia, que começa na próxima sexta-feira. Os 16 jogadores concentrados sob o comando do espanhol Javier Garcia Cuesta embarcam nesta quinta para a Europa, em busca da classificação para os Jogos de Londres.

A partida foi equilibrada. Os brasileiros tiveram vacilos defensivos no primeiro tempo, mas voltaram mais atentos e concentrados no segundo, abrindo três gols de vantagem. Além disso, tiveram bom aproveitamento nas finalizações, melhorando em relação às partidas contra a Tunísia (no início da semana, com duas vitórias dos africanos).

"Conversei bastante com os jogadores no intervalo e todos corresponderam. No Pré-Olímpico, não teremos moleza e precisamos estar bem do começo ao fim", alertou Javier.

Os destaques do confronto contra o Hammamet foram os goleiros Andrey (primeiro tempo) e Maik (segundo tempo). Outro atleta que teve atuação elogiada pelo técnico espanhol foi o capitão Léo, artilheiro com cinco gols ao lado de Cyborg. A Seleção Brasileira estreia no Pré-Olímpico na sexta-feira, contra a Suécia, às 17h (horário local). No dia seguinte, a equipe enfrenta a Hungria. O último jogo será contra a Macedônia, no domingo. Os dois primeiros colocados garantem vaga nas Olimpíadas de Londres, de 28 de julho a 12 de agosto.
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Tunísia vence segundo amistoso contra a Seleção Brasileira Masculina de Handebol

Concentrada na Tunísia, em fase final de preparação para o Pré-Olímpico de Gotemburgo, na Suécia, a Seleção Brasileira Masculina de Handebol fez o segundo amistoso contra os africanos nesta segunda-feira (2) e foi superada por 26 a 23 (14 a 15 no primeiro tempo). Antes de embarcar para a Europa, no dia 5, a equipe volta a entrar em quadra na quarta-feira (4) para enfrentar o time local do HS Hammamet, às 13h (de Brasília). O torneio classificatório para os Jogos de Londres será disputado de 6 a 8 de abril.

No primeiro amistoso, a Tunísia venceu por 26 a 24. No entanto, o supervisor Cássio Marques destacou a evolução dos brasileiros. "Jogamos melhor, principalmente no contra-ataque e na defesa, e criamos muitas oportunidades de gol", elogiou, ressaltando, porém, um erro recorrente que precisa ser corrigido. "Nos últimos dez minutos, erramos muitas finalizações e não conseguimos alcançá-los no placar."

O pivô Vinícius Teixeira foi o artilheiro do Brasil com quatro gols. Léo, Zeba, Tupan, Henrique Teixeira e Thiagus marcaram três vezes. Gil Vicente fez dois. Cyborg e Borges também balançaram a rede. "A partida foi importante para testarmos os jogadores. Todos entraram e rodaram bastante." O elenco da Seleção tem 16 atletas.

Os brasileiros estreiam no Pré-Olímpico na sexta-feira (6), contra os suecos, donos da casa. O segundo confronto será com a Hungria, no dia 7, e o último, diante da Macedônia, no dia 8. Os dois primeiros colocados garantem vaga nas Olimpíadas de Londres, que serão disputadas de 28 de julho a 12 de agosto.

Seleção Masculina de Handebol/programação:

Quarta-feira (4), às 13h (de Brasília)
Amistoso - HS Hammamet x Brasil

Quinta-feira (5 de abril)
Embarque para a Suécia

Tabela do Pré-Olímpico
Dia 6, às 17h* - Suécia x Brasil
Dia 7, às 13h45* - Brasil x Hungria
Dia 8, às 14h45* - Brasil x Macedônia
*Horário local

Seleção Masculina de Handebol/jogadores e comissão técnica:

Goleiros:
Maik Ferreira dos Santos/Maik (Esporte Clube Pinheiros)
Andrey Fagundes (Metodista)
Marcos Paulo dos Santos/Marcão (Esporte Clube Pinheiros)

Armadores:
Fernando Pacheco/Zeba (Esporte Clube Pinheiros)
Henrique Teixeira (Metodista)
Thiagus Petrus dos Santos (PM Balonmano Ciudad de Logroño)


Centrais:
Bruno Santana (Esporte Clube Pinheiros)
Leonardo Bortolini/Léo (Unopar/Londrina/Sercomtel)

Pontas:
Renato Tupan Ruy/Tupan (Metodista)
Fabio Chiufffa/Chiuffa (Metodista)
Gil Vicente Pires (Unoesc/Chapecó)
André Soares/Alemão (Unitau/Taubaté)
Rodolfo Moraes/Cyborg (Unopar/Londrina)
Felipe Borges (Reale Ademar León)

Pivôs:
Vinícius Teixeira (Vinícius) - (Metodista)
Ales Abrão Silva - (PM Balonmano Ciudad de Logroño)

Comissão Técnica
Javier Garcia Cuesta (técnico)
Valmir Fassina (assistente-técnico)
Marcos Cezar (preparador físico)
Gustavo Rocha Santos (médico)
Gustavo Pereira Barbosa (fisioterapeuta)
Cássio Marques (supervisor)
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De olho em Pré-Olímpico de handebol, Brasil perde amistoso

A Seleção Brasileira masculina de handebol foi superada pela Tunísia por 26 a 24, neste sábado, no país africano, em amistoso de preparação para o Pré-Olímpico de Gotemburgo, na Suécia, que será disputado de 6 a 8 de abril.

Cinco jogadores do Brasil marcaram quatro gols cada: Teixeira, Léo, Borges, Chiuffa e Thiagus. A Seleção comandado pelo treinador espanhol Javier Garcia Cuesta enfrenta os donos da casa em novo amistoso na próxima segunda-feira, às 14h (horário de Brasília).

De acordo com Cuesta, a derrota aconteceu por conta do curto período de preparação da equipe. "Foi nossa primeira partida no ano. Ainda faltam ajustes, principalmente na transição da defesa para o ataque e nas finalizações."

A fase final de preparação da Seleção, na Tunísia, termina no dia 4 de abril, com o terceiro amistoso, contra uma equipe local. No dia seguinte à partida, os brasileiros viajam para Gotemburgo, Suécia, onde estreiam no Pré-Olímpico contra os donos da casa.

Na sequência, o time brasileiro enfrenta Hungria e Macedônia. Os dois primeiros colocados garantem vaga nas Olimpíadas de Londres, que serão disputadas de 28 de julho a 12 de agosto.

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Andrey quer fechar gol da Seleção de Handebol no Pré-Olímpico ao lado de Maik e Marcão

O técnico espanhol Javier Garcia Cuesta terá dois veteranos e um jovem talento à disposição para fechar o gol da Seleção Brasileira Masculina de Handebol no Pré-Olímpico de Gotemburgo, que será disputado de 6 a 8 de abril na Suécia. Ao lado dos irmãos Maik e Marcão, experientes em Mundiais, Pan-Americanos e Olimpíadas, estará o novato goleiro Andrey Fagundes. Com passagens pelas categorias Juvenil e Júnior, ele fará sua estreia na equipe principal, que briga para ir aos Jogos de Londres.

Andrey, de 21 anos, é o caçula dos 16 atletas convocados e está feliz com a oportunidade. “É o sonho de qualquer jogador integrar a Seleção principal. Uma experiência que não tem preço, ainda mais perto de dois grandes goleiros como o Maik e o Marcão. Estou me esforçando nos treinos para dar o máximo e ajudar nesse momento fundamental”, disse o jogador, que recebeu elogios de Javier. “Ele já demonstrou muito potencial na equipe Júnior e tenho certeza de que nos ajudará. A convocação é válida para o Andrey e para nós, já pensando na renovação do elenco”, destacou o treinador.

Marcão ressaltou a importância da presença de atletas novos no grupo. “O Andrey treina com muita vontade e dedicação e nos contagia com esse espírito jovem e guerreiro. Além disso, saber que eu e o Maik servimos de espelho para ele é um incentivo a mais para termos bom desempenho nos treinamentos e, principalmente, nos jogos”, comentou o goleiro de 35 anos, que, assim como o irmão, participou do vice-campeonato nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, no México, em outubro.

Reta final – Os 13 jogadores da Seleção que defendem clubes nacionais fizeram o último treino em quadra no Brasil nesta quarta-feira (28) no Ginásio Noêmia Assumpção, em Santo André. Na quinta (29), a manhã será de academia e, à noite, a delegação embarca para a Tunísia, na África, onde encerra a preparação. Lá, três atletas que atuam na Espanha se juntarão ao grupo: o armador Thiagus, o ponta Borges e o pivô Ales. O Brasil disputará três amistosos em solo africano: dois contra a seleção da Tunísia, nos dias 31 de março e 2 de abril, e um contra uma equipe local, no dia 4.

No dia 5, os brasileiros viajam para Gotemburgo, na Suécia, onde estreiam no Pré-Olímpico contra os donos da casa, no dia seguinte. O segundo confronto, no dia 7, será com a Hungria, e o último diante da Macedônia, no dia 8. Os dois primeiros colocados garantem vaga nas Olimpíadas de Londres, que serão disputadas de 28 de julho a 12 de agosto. O técnico da Seleção Brasileira analisou os três adversários. “A Suécia vai nos dar trabalho, principalmente por estar em casa. Já a Hungria é a seleção de maior tradição no handebol, enquanto a Macedônia tem um time fisicamente forte”, opinou Javier.

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O futuro de Bruno, Jaque e Dani

Trio pernambucano vai em busca da vaga em Londres nas seletivas de handebol e vôlei em abril e maio

Última chamada para três atletas pernambucanos assegurarem definitivamente presença nos Jogos Olímpicos de Londres. Bruno Santana, Jaqueline e Dani Lins terão como seletiva os pré-olímpicos de handebol e vôlei que acontecem nos próximos dois meses. O trio é veterano em Olimpíada. Mas o caminho para Londres é distinto. Bruno vai enfrentar uma missão complicada no Pré-Olímpico da Suécia, enquanto as meninas terão um caminho menos espinhoso, já que as adversárias são equipes sul-americanas e a competição vai acontecer em São Paulo. O time brasileiro certamente vai contar com o apoio da torcida. Até o momento, o país alcançou 165 vagas, em 23 modalidades para Londres.

O armador central da Seleção Brasileira de handebol Bruno Santana vai ser o primeiro a buscar a tão sonhada vaga. Depois de ter ficado com o vice-campeonato no Pan-Americano de Guadalajara, ano passado, o time brasileiro terá difícil missão no Torneio Pré-Olímpico, que tem início no próximo dia 6, na Suécia. A delegação viajou, ontem, para a Tunísia, onde será encerrada a preparação. Em solo africano, o Brasil disputará três amistosos, dois deles contra a seleção da casa.

Já o embarque para a Suécia só será em 5 de abril, véspera da estreia contra os suecos. Além dos anfitriões, o Brasil vai enfrentar Macedônia e Hungria. Somente os dois primeiros garantem vaga em Londres. “O grupo está ciente da missão que tem. Sabemos que será difícil, mas estamos otimistas e vamos acreditar até o último minuto. Precisamos ter certeza de que fizemos o nosso melhor. O resultado é consequência. A equipe está muito bem, seguindo à risca as orientações do Javier (Garcia Cuesta, técnico do Brasil)”, declarou Zeba, principal trunfo da equipe nacional.

Ao vencer os Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, a Argentina se juntou a Grã-Bretanha, França, Coreia do Sul, Tunísia e Dinamarca, todos garantidos em Londres. Na edição passada dos Jogos Olímpicos, a Seleção Brasileira não avançou na disputa ao perder para a Espanha por 36 a 35, em um jogo emocionante.

Adversários

Atual campeã olímpica, a equipe do técnico Zé Roberto tomou conhecimento, ontem, dos seus adversários no Torneio Pré-Olímpico Sul-Americano. A Confederação Sul-Americana de Voleibol divulgou os grupos do Torneio. A competição será realizada no ginásio Milton Olaio Filho, na cidade de São Carlos, em São Paulo (SP), entre os dias 9 e 13 de maio. As brasileiras estarão no grupo A, ao lado da Colômbia e do Uruguai. O grupo B será formado por Argentina, Peru e Chile.

Na primeira fase, as seleções jogarão contra as equipes de cada grupo e as duas melhores colocadas estarão classificadas para as semifinais. Nessa etapa, o primeiro colocado do grupo A jogará com o segundo do B e o primeiro do grupo B enfrentará o segundo do A. Os ganhadores da semifinal vão duelar na final para carimbar o passaporte para Londres.

A equipe que terminar com o vice-campeonato do Pré-Olímpico Sul-Americano ainda terá outra chance. Em junho, o time poderá disputar o Torneio Pré-Olímpico Mundial, entre os dias 19 e 27 de maio, no Japão, e disputará umas das três vagas contra equipes dos demais continentes. Itália, Estados Unidos e China – as três primeiras colocadas da Copa do Mundo, realizada no Japão, em novembro de 2011 – são as equipes já classificadas para os Jogos de Londres.

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Campeão mundial na praia espera levar handebol de quadra a Londres

Gil pretende entrar em quadra "com a faca entre os dentes" pela vaga olímpica

"O clima é totalmente diferente." É desta maneira que o bicampeão mundial de handebol de areia Gil, integrante da Seleção Brasileira do esporte na quadra, comenta sua transição para os ginásios. Apesar do sucesso obtido nas praias, o ponta esquerda apostou na mudança de "astral" e agora espera ajudar o Brasil a conquistar uma vaga nos Jogos Olímpicos de Londres.

De acordo com Gil, o fato de ter sido campeão do mundo nas areias duas vezes (Brasil 2006 e Turquia 2010) dá muito mais credibilidade aos brasileiros no cenário do handebol. "Durante os torneios, a forma de tratamento das outras equipes (com o Brasil) já é diferente da quadra em relação à praia, por conta dos resultados que a areia tem em nível mundial", comentou, em entrevista ao Terra.

A reputação da Seleção, contudo, não é o principal atrativo das competições nas areias. Questionado sobre o que achava da atmosfera da praia, com o público mais à vontade, o ponta lembrou dos campeonatos com um sorriso no rosto.

"É... (os torneios) acontecem principalmente na Europa, nas férias de verão. Então o clima é totalmente diferente, é outro astral. Até pelo fato de ser praia, acaba dando um pouco mais de tranquilidade. Na hora da competição é uma coisa bem séria, mas fora da competição tem outro astral", contou.

Presente na equipe brasileira de handebol de areia desde 2004, Gil foi convocado para o time de quadra com a chegada do técnico Javier Garcia Cuesta, em 2009. "De lá pra cá eu ainda consegui por um tempo ficar nas duas seleções", disse. O calendário conflitante das duas modalidades, no entanto, fez com que ele tivesse de escolher uma das duas.

"Em 2010 houve um choque de competições, com o Campeonato Pan-Americano de quadra e o Mundial de praia. Então a gente entrou num acordo que eu iria para esse Mundial (de areia) na Turquia e daí em diante serviria só à equipe de quadra", disse o jogador, que não sofreu tecnicamente com a troca de ares.

"É uma modalidade muito diferente da outra", adiantou. "Então a gente passa por um processo de adaptação. Mas no inverso é mais complicado do que vir para a quadra. Ir da praia para a quadra acaba sendo mais fácil porque eu treino o ano todo quadra, né?"

"Faca nos dentes" por Olimpíada

Depois de perder para a Argentina na final dos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, o Brasil desperdiçou a melhor chance de conquistar a vaga olímpica. Agora, para assegurar a viagem aos Jogos de Londres, o Brasil precisa se classificar entre os dois melhores de um quadrangular, que conta com os fortes times da Suécia, Macedônia e Hungria.

"A grande oportunidade que a gente tinha, sem duvida, era o Pan-Americano. Essa competição que a gente está indo é muito mais difícil", avaliou. "Mas, como o professor (Javier Cuesta) falou, a gente não tem nada a perder. A gente vai colocar a faca nos dentes e partir para cima. Eu até coloquei nas minhas redes sociais que eu nunca vou empenhar tanta vontade em nada na minha vida como vai ser para esse campeonato".

Gil viaja nesta quinta-feira com o time do Brasil para a Tunísia, onde encaram três amistosos, dois contra a seleção local (dias 31 de março e 2 de abril) e outro contra um clube ainda não definido (4 de abril). Após as partidas, no dia 5 de abril, a Seleção segue para Gotemburgo, na Suécia, onde participa do Torneio Pré-Olímpico.

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Seleção masculina de handebol vai para o tudo ou nada no pré-olímpico na Suécia

A competição é a última chance de garantir vaga para as Olimpíadas de Londres

Brasileiros lamentam a derrota para a Argentina na final do Pan de Guadalajara: resultado custou a vaga olímpica

Os 13 jogadores que compõem a Seleção Brasileira de handebol embarcam hoje para uma missão importantíssima: triunfar na última chance que terão de conquistar a sonhada vaga para as Olimpíadas de Londres. A primeira parada será na Tunísia, onde disputam três amistosos. Depois, o grupo segue para a Suécia e lá, sim, jogam para valer, no Torneio Pré-Olímpico. Além dos donos da casa, disputam a competição a Macedônia e a Hungria. Todos os times se enfrentam e os dois melhores carimbam o passaporte para a capital inglesa.


O Brasil teve a chance de assegurar a participação nos Jogos da Inglaterra no Pan-Americano de Guadalajara, no ano passado. O time avançou à final ao lado da Argentina, mas acabou derrotado, por 26 x 23, em um revés que custou ao mesmo tempo o ouro e a vaga olímpica. Com isso, resta à equipe o desafio de passar pelos adversários do pré-olímpico, que foram definidos após o Campeonato Europeu.

A Suécia promete ser o rival mais difícil, já que é uma das escolas de maior tradição no esporte. Mesmo sem ganhar um título desde 1999, o país é tetracampeão mundial e europeu e já conquistou a prata em três das últimas cinco edições das Olimpíadas. Hungria e Macedônia são adversários do mesmo nível brasileiro.

“Nós perdemos a oportunidade de nos classificarmos no Pan. Agora, a vaga está mais difícil. Todos os oponentes são fortes. A Suécia tem história e jogará em casa, e a Hungria também joga bem. Talvez o mais inferior seja a Macedônia”, analisa o treinador da Seleção Brasileira, Javier Garcia Cuesta. O espanhol, que já jogou na equipe espanhola e participou de uma Olimpíada, assumiu o time verde-amarelo em fevereiro de 2009 e, desde então, coordenou o time no Mundial (em que o Brasil ficou em 21º) e no Pan-Americano do México.

“Quando passei a comandar a Seleção, tentei trabalhar mais a defesa e a transição. Acho que melhoramos nosso contra-ataque e o sistema defensivo”, afirma. “No Pan, começamos jogando bem, mas, na final, não conseguimos manter o ritmo. Não tivemos muito tempo desde então para inventar coisas novas ou mudar outras. Nos resta ir ao Pré-Olímpico e jogar bem”, diz.

Tarefa árdua
Para o goleiro Maik, após o fracasso no Pan o desafio de garantir a vaga olímpica se tornou bem mais complicado devido ao alto nível dos times europeus. “Sabemos que eles são os favoritos, até pela tradição. Temos que aproveitar cada oportunidade e jogar para tentar surpreender. Devemos superar as nossas próprias expectativas e melhorar em tudo”, analisa.

“Se a gente conseguir essa vaga, será um feito histórico para o handebol brasileiro, pois teremos enfrentado equipes europeias tradicionais e fortes”, conclui o goleiro, que jogará ao lado do irmão, Marcão, também goleiro. “Ele foi para as Olimpíadas de Atenas (2004) e, eu, para as de Pequim (2008). Se formos juntos para Londres vamos realizar um sonho”, adianta.

Os campeões continentais da Ásia, da Europa, da África e da América (Jogos Pan-Americanos) já garantiram lugar nos Jogos, assim como a França, atual campeã mundial, e a Grã-Bretanha, dona da casa. Outras seis vagas serão distribuídas em três pré-olímpicos (incluindo o que o Brasil participa), cada um com quatro equipes. Nas últimas Olimpíadas, na China, a França levou o ouro; a Islândia, a prata; e a Espanha, o bronze.

Retrospectos

Confira as campanhas da Seleção
Brasileira nas Olimpíadas, nos Mundiais e nos Jogos Pan-Americanos

Olimpíadas
Barcelona–1992: 12º
Atlanta-1996: 11º
Atenas-2004: 10º
Pequim-2008: 11º

Mundiais
1958 – 15º
1995 – 24º
1997 – 24º
1999 – 16º
2001 – 19º
2003 – 22º
2005 – 19º
2007 – 19º
2009 – 21º

Jogos Pan-Americanos
Indianápolis-1987: 3º lugar
Havana-1991: 2º
Mar del Plata -1995: 2º
Winnipeg-1999: 2º
Santo Domingo-2003: 1º
Rio de Janeiro-2007: 1º
Guadalajara-2011: 2º

Memória

O Brasil e a Argentina se enfrentaram na final nos últimos três Jogos Pan-Americanos. Em Santo Domingo-2003, as equipes levaram o jogo para a prorrogação e os brasileiros venceram com um gol de diferença, em uma decisão emocionante. Há quatro anos, em casa, no Rio de Janeiro, o time verde-amarelo triunfou com mais facilidade, mas uma briga generalizada no fim do duelo marcou a conquista. Já em Guadalajara, os hermanos foram melhores. O Brasil passou apuros e perdeu para os vizinhos pelo apertado placar de 26 x 23.

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