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Seleção Brasileira Masculina define lista para o Mundial de Handebol






Referência da Seleção Brasileira Masculina de Handebol nos últimos anos, o goleiro Maik é um dos quatro últimos cortados pelo técnico Jordi Ribera, que divulgou nesta terça-feira a lista final de convocados para o Mundial de Doha (Catar), que começa em 15 de janeiro. Aos 34 anos, Maik é irmão do também goleiro Marcão, de quem herdou a titularidade da Seleção Brasileira.

O corte do veterano, bicampeão nacional com o Taubaté no início do mês, foi a única surpresa na lista final do espanhol Jordi Ribera. O treinador manteve a base que obteve o 13.º lugar no Mundial de 2013, melhor resultado do Brasil em campeonatos masculinos. Dos 17 convocados, apenas cinco não estiveram na Espanha.

"Chegamos a um ponto em que os atletas têm um nível bem alto e que já entraram na filosofia de trabalho que adotamos para a seleção. Então, é sempre difícil essa escolha, que acaba sendo definida por pequenos detalhes", argumentou Jordi Ribera, que cortou também o pivô Rogério Moraes e os pontas Carlos Castillo e Cleryston Novais.

As novidades em relação ao grupo do Mundial de 2013 são o goleiro César, o pivô Vinícius, o armador Gustavo e os pontas Cléber e Lucas Cândido. São cinco jogadores do Taubaté (incluindo Gustavo, Cléber e Lucas) e dois do Pinheiros. Oito atletas vêm da Espanha e um da França.

Nesta terça-feira a Seleção Brasileira fez o último treino do ano em Santo André (SP). No domingo, o grupo se reapresenta para mais três dias de treinos antes da viagem para Doha. Antes, o Brasil vai parar no Egito, onde disputará torneio amistoso. No Mundial, a seleção está no grupo A, que conta também com o Qatar Espanha, Eslovênia, Bielorrússia e Chile.

CONFIRA A LISTA DE CONVOCADOS:

Goleiros
- César Augusto Oliveira de Almeida (Guadalajara-ESP) e Luís Ricardo Miles do Nascimento (TCC/Unitau/Fecomerciários/Taubaté-SP).

Pivôs - Alexandro Pozzer (Guadalajara) e Vinícius Santos Teixeira (Pinheiros).

Armadores - Arthur Patrianova (Villa de Aranda-ESP), Fernando José Pacheco Filho (Pinheiros), Guilherme Valadão(Granollers-ESP), Gustavo Nakamura Cardoso (Taubaté), José Guilherme de Toledo (Granollers) e Thiagus Petrus (Nathurhouse La Rioja-ESP).

Pontas - Cléber Antônio de Andrade (Taubaté), Fábio Rocha Chiuffa (Guadalajara), Felipe Borges Dutra Ribeiro (Montpellier Agglomeratión-FRA) e Lucas Cândido (Taubaté).

Centrais - Diogo Kent Hubner (Taubaté), Henrique Selicani Teixeira (Taubaté) e João Pedro Francisco da Silva (Real Ademar León-ESP).
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Seleção feminina inicia período de treinos e amistosos de olho no Mundial

De olho na disputa do Mundial, marcado para acontecer em dezembro na Sérvia, o técnico Morten Soubak anunciou nesta sexta-feira a convocação da seleção brasileira feminina de handebol para um período de treinos e amistosos.

Foram chamadas 19 jogadoras, que ficarão reunidas entre 18 e 28 de outubro, na Áustria e na Hungria.
Melhor do Mundo, Alexandra Nascimento está no grupo

Pela programação, o grupo irá treinar de 18 a 24 de outubro na Áustria, país onde grande parte das jogadoras da seleção joga atualmente - são sete na equipe Hypo Nö, que tem uma parceria com a Confederação Brasileira de Handebol.

Depois, o Brasil parte para a disputa de um torneio amistoso, quando jogará três dias seguidos contra a anfitriã Hungria, a Noruega e a Croácia.

Entre as convocadas, a lista trouxe três novidades, que não estavam no último período de treinos da seleção, realizado em julho, em Santos, no litoral de São Paulo. São a ponta Mariana Costa e as armadoras Karoline Souza e Patrícia Scheppa.

Mas as estrelas do grupo também estão presentes, como Alexandra Nascimento e Dani Piedade.

Confira a lista de convocadas:

Goleiras - Bárbara Arenhart e Mayssa Pessoa

Armadoras - Amanda Claudino de Andrade, Deonise Fachinello Cavaleiro, Eduarda Amorim, Juliana Malta Varela de Araújo, Karoline Helena de Souza e Patrícia Scheppa

Centrais - Ana Paula Rodrigues Belo, Deborah Hannah Pontes Nunes, Franciele Gomes da Rocha e Mayara Fier de Moura

Pontas - Alexandra Priscila do Nascimento, Fernanda França da Silva, Mariana Costa e Samyra Pereira da Silva Rocha

Pivôs - Daniela de Oliveira Piedade, Elaine Gomes Barbosa e Fabiana Carvalho Diniz
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Brasil faz amistoso contra Angola em preparação para o Mundial

De olho na disputa do Campeonato Mundial em dezembro, realizado na Sérvia, a Seleção Brasileira Feminina de Handebol vai realizar dois amistoso contra Angola na próxima semana, na Arena Santos, no litoral paulista. O primeiro compromisso será na terça-feira (23), às 19h30 (de Brasília), enquanto o segundo está marcado para quinta (25), às 19 horas.

Eleita a melhor atleta de handebol do mundo em 2012, Alexandra Nascimento acredita que um amistoso em Santos será muito importante para o entrosamento da equipe, já que a maioria das jogadoras estava de férias. Com o apoio da torcida, a ponteira sabe que será mais fácil para a integração das novatas no grupo.

"Para nós, esses amistosos serão muito importantes, porque estamos vindo de férias e, agora, voltaremos com a nossa preparação. Será muito positivo também para integrarmos as atletas mais novas ao grupo e, assim, estarmos todas em harmonia dentro de quadra até o Mundial", destacou Alexandra.

Mesmo diante de um adversário de pouca tradição no handebol, Alexandra sabe que a Seleção Brasileira não deve ter vida fácil para conquistar a vitória. A jogador do austríaco Hypo conhece o estilo de jogo das africanas e alertou sobre o ponto forte das adversárias. "Nós já jogamos contra as angolanas algumas vezes. Elas são rápidas, têm força de vontade e vão a luta até o fim. Além disso, é um grupo com boas laterais".

Após a ótima participação nos últimos Jogos Olímpicos 2012, em Londres, a Seleção Brasileira segue com 100% de aproveitamento neste novo ciclo, com 13 vitórias em 13 jogos. Em março, a equipe verde e amarela levou o Sul-Americano, em Mar del Plata, na Argentina. Em junho, conquistou o Pan-Americano, em Santo Domingo, na República Dominicana. Além disso, em maio, passou pela Áustria em dois amistosos, em Cabo Frio (RJ) e em Vitória (ES).
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Seleção Brasileira Juvenil Masculina encerra fase de treinamentos em Santa Catarina

Atletas estão empenhados na preparação para o Campeonato Mundial da Hungria, em agosto.


Mais uma etapa de muito trabalho foi cumprida pela Seleção Juvenil Masculina de Handebol, nesta quarta-feira (26). Vinte atletas se reuniram com o técnico Ivan Maziero, o Macarrão, desde o último dia 15 nas cidades catarinenses de Videira e Blumenau, para treinamentos que visam o Campeonato Mundial da categoria, que será disputado em agosto, na Hungria. A fase foi extremamente positiva e mostrou a dedicação dos atletas para garantir uma vaga na equipe, já que o grupo que viaja para a Europa deve contar apenas com 16 jogadores. Antes do compromisso, a Seleção ainda deverá fazer mais duas etapas.

Durante esse período, os atletas trabalharam tanto o sistema defensivo quanto ofensivo e deram bastante ênfase à parte física. Esta forma completa de treinamento é muito importante, segundo Macarrão, para formar uma equipe homogênea para o Mundial. "Estamos procurando deixar todos os atletas no mesmo nível técnico. Estamos com uma equipe que possui uma boa estatura e esperamos que isso ajude também em nosso desempenho durante a competição", exaltou o treinador.

Além dos treinamentos, a equipe fez também jogos com equipes da região para manter o ritmo, já que a última competição disputada pelo grupo foi o Pan-Americano, em maio,  na Venezuela, quando o Brasil conquistou a medalha de prata. "Como estamos buscando melhorar à parte física, técnica e tática, os jogos são muito importantes porque ajudam na preparação", disse Macarrão. 

Na Venezuela, os brasileiros garantiram a vaga para o Mundial, mas deixaram a medalha de ouro escapar na decisão contra os argentinos. Para Macarrão, este campeonato fez parte do amadurecimento do grupo. "Tivemos bons jogos lá, apesar de não termos vencido a Argentina no final. Conquistamos a vaga para o Mundial e também o amadurecimento do grupo com esta competição. Isso será muito importante para usarmos na Hungrial em busca de um bom resultado."

O Brasil faz parte do grupo C, ao lado de Espanha, Croácia, França, Argentina e Angola. Na chave A estão Dinamarca, Japão, Egito, Chile, Bielorrúsia e Sérvia. Suécia, Tunísia, Eslovênia, Romênia, Qatar e Coreia do Sul formam o grupo B, enquanto Hungria, Venezuela, Alemanha, Noruega, Áustria e Gabão se enfrentam pelo grupo D. 

Seleção Masculina Juvenil de Handebol

Goleiros - Gabriel Pedro Silva de Souza (Metodista/São Bernardo/Besni-SP), Pedro Salvini Barbosa da Fonseca (Esporte Clube Pinheiros-SP) e Rangel Luan da Rosa (Aceu/Univali/Famaj/Itapema-SC).

Pontas - Aurélio Frangiotti Valência (LPH/Sorocaba/Anglo/PMS-SP), Lucas Demétrio (Aceu/Univali/Famaj/Itapema-SC), Murilo Henrique dos Santos (ACEU/Univali/Famaj/Itapema-SC), Romário Macêdo Dias (Grêmio Recreativo Unidos da Saudade/PI) e Wendel Jesus Ferreira da Silva (Fortaleza Esporte Clube/Ifce-CE).

Armadores - Alecssander Antônio Santos (Metodista/São Bernardo/Besni-SP), Haniel Vinícius Inoue Langaro (Esporte Clube Pinheiros/SP), Nicolas Stahelin Pavei (A.D.Colegial-SC), Rogério Moraes Ferreira (Clube Português do Recife/Aeso-PE), Rudolph Hackbarth (Adi/Slice/Fmel/Itajaí/SC) e Thiago Alves Ponciano (Unimed/Uem/Maringá-PR).

Centrais - Daniel Sawaya do Espírito Santo (Hebraica-SP), Gabriel Monteiro do Nascimento (Adi/Slice/Fmel/Itajaí-SC) e Luiz Vinícius Erculano (Unimed/Uem/Maringá-PR).

Pivôs - Felipe Roberto Braz (Metodista/São Bernardo-SP), Felipe Venâncio Santaela (Esporte Clube Pinheiros/SP) e Rodrigo Luiz Joench (Aerc-Handebol de São José-SC).
Técnico: Ivan Maziero
Assistente técnico: Éder Cristiano Fripp de Almeida
Preparador físico: Fernando Millaré
Fisioterapeuta: Edmílson Balduino Ferreira Júnior
Supervisor: Archibald Scott Neto
Diretor de Seleções: Vítor Martinez
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Seleção Brasileira Feminina de Handebol corre risco de ficar fora do Mundial

A um ano de organizar uma Copa do Mundo em que a projeção de gastos já soma R$ 28,1 bilhões, o Brasil ainda sofre as consequências do prejuízo levado na última vez que organizou um Mundial de esportes coletivos.


Por conta de um empréstimo de cerca de R$ 7 milhões tomado para realizar o Mundial de Handebol Feminino de 2011, a Confederação Brasileira de Handebol(CBHb) corre risco de ser suspensa das competições internacionais.

De acordo com a Federação Internacional de Handebol (IHF, na sigla em inglês), o Brasil já está excluído do Mundial Masculino Júnior, que vai acontecer entre os dias 14 e 28 de julho, na Bósnia-Herzegovina. A CBHb, porém, garante que a seleção brasileira vai disputar o torneio normalmente.

Ainda segundo a IHF, a CBHb não cumpriu o cronograma proposto para quitar o empréstimo de 3 milhões de francos suíços (cerca de R$ 7 milhões) feito junto à própria Federação Internacional de Handebol para conseguir organizar o Mundial de 2011. Na ocasião, a competição estava prevista para acontecer em Santa Catarina, que não conseguiu se preparar. São Paulo ofereceu ceder seus ginásios - a fase final foi no Ibirapuera -, mas coube à Confederação Brasileira arcar com os demais gastos.

"Como a CBHb sequer apresentou um concreto cronograma de reembolso, mostrando que pode pagar a dívida, a IHF se viu obrigada a cumprir as decisões tomadas pelo seu Conselho em 9 de agosto e também em 1º de novembro de 2012. Assim, a seleção brasileira não vai participar do próximo Mundial da categoria", afirmou, em nota, a entidade que regula o handebol internacionalmente.

A Confederação Brasileira de Handebol, porém, age como se não houvesse problema. Os 16 atletas da seleção júnior do Brasil se apresentaram ao técnico espanhol Jordi Ribera - o mesmo da equipe adulta - na última segunda-feira para um período de treinamentos que vai até 2 de julho, em Santo André e São Bernardo do Campo, no ABC Paulista.

Questionada pela reportagem, a CBHb afirmou que "a dívida existe, é pública, e estamos trabalhando para pagá-la. Já quitamos uma parte e estamos buscando formas de quitar o restante. Hoje, todos os recursos que temos não nos permitem fazer o pagamento, pois são destinados à preparação das nossas seleções. O novo prazo para fazermos o pagamento já vem sendo negociado com a IHF".

Surpreendida com a informação de que a IHF confirmou, em nota oficial para a reportagem, a exclusão da seleção brasileira do Mundial Júnior na Bósnia-Herzegovina, a assessoria de imprensa da CBHb respondeu apenas que "o Brasil não está e não ficará fora deste e dos próximos campeonatos mundiais".

A pouco mais de duas semanas do começo do Mundial Júnior, porém, o Brasil continua presente na tabela de jogos da competição, que foi divulgada no último dia 16 de maio. De acordo com a IHF, a participação brasileira nos demais eventos da entidade será decidida no próximo encontro do seu Conselho, programado para o fim de julho, também na Bósnia-Herzegovina.
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Brasil vence o México por 30 gols de diferença e garante vaga no Mundial

A seleção brasileira feminina de handebol conquistou a sua terceira vitória no Pan-Americano, manteve os 100% de aproveitamento no torneio e ainda assegurou uma das quatro vagas para o Mundial, em dezembro, na Sérvia. Nesta terça-feira, o time comandado por Morten Soubak atropelou o México por 30 gols de diferença: 48 a 18 (24 a 11 no primeiro tempo) e carimbou o passaporte para a semifinal da competição disputada em Santo Domingo, na República Dominicana.



Fernanda da Silva foi a maior goleadora da equipe canarinho, com 10 tentos marcados. Eleita a melhor jogadora do mundo em 2012, Alexandra Nascimento anotou outros sete.



- Nós fizemos um bom primeiro tempo, com boas defesas. No segundo período, a nossa concentração caiu um pouco e isso dificultou o nosso jogo. Acabamos cometendo erros técnicos, como passes. Para nós, a grande dificuldade nesse campeonato é manter a concentração contra equipes tecnicamente inferiores, além do clima muito quente, o que dificulta - contou a a armadora direita Deonise Cavaleiro, que atua pelo Hypo Nö, da Áustria.

A seleção brasileira volta à quadra nesta quarta-feira para enfrentar a República Dominicana, às 18h (horário de Brasília), encerrando a primeira fase do Pan-Americano. O confronto vale a liderança do Grupo A.

- Será uma emoção a mais (jogo contra as anfitriãs). Vamos continuar jogando da mesma forma, sempre enfatizando os contra-ataques. Acredito que será uma partida parecida com a de hoje, sem muitas surpresas, mesmo sendo equipes diferentes. A República Dominicana tem uma defesa muito boa - analisou Morten Soubak.
Em boa fase no circuito, as meninas do Brasil não tiveram dificuldades para vencer os Estados Unidos (44 a 10) e a Costa Rica (59 a 7) nas duas primeiras rodadas. Uma das principais favoritas, ao lado da Argentina, a equipe canarinho busca defender o título.

Confira a programação completa do Pan-Americano:

Sábado - 1º de junho
México 36 x 16 Costa Rica
Argentina 37 x 14 Canadá
Brasil 44 x 10 Estados Unidos
Venezuela 30 x 35 Paraguai

Domingo - 2 de junho
Canadá 25 x 31 Uruguai
Estados Unidos 11 x 27 República Dominicana
Paraguai 10 x 32 Argentina
Brasil 59 x 7 Costa Rica

Segunda-feira - 3 de junho
Canadá 23 x 28 Paraguai
Uruguai 36 x 34 Venezuela
República Dominicana 27 x 26 México
Estados Unidos 30 x 13 Costa Rica

Terça-feira - 4 de junho
Paraguai 24 x 23 Uruguai
Venezuela 20 x 38 Argentina
Costa Rica 15 x 39 República Dominicana
Brasil 48 x 18 México

Quarta-feira - 5 de junho
14h: Venezuela x Canadá
16h: México x Estados Unidos
18h: Brasil x República Dominicana
20h: Argentina x Uruguai

Sexta-feira - 7 de junho 
Semifinais 

Sábado - 8 de junho
Finais
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Seleção Brasileira Júnior encara Espanha e Suécia na fase de grupos no Campeonato Mundial



A Seleção Brasileira Masculina Júnior de Handebol já conhece seus adversários na disputa do Campeonato Mundial, que será realizado de 14 a 28 de julho, na Bósnia. A equipe comandada pelo técnico espanhol Jordi Ribera integra o grupo D, ao lado de Chile, Egito, Espanha, Kuwait e Suécia, com sede na cidade de Zenica. A equipe garantiu a vaga para a competição, após conquistar, de forma invicta, o título do Campeonato Pan-Americano, disputado em março, na Argentina.

 
Jordi e Helinho durante o Pan-Americano
 
De acordo com o treinador, a chave conta com dois fortes candidatos ao titulo. “Espanha e Suécia são equipes fortes e sempre vão como favoritas. O Chile, que tivemos a oportunidade de enfrentar e vencer durante o Pan-Americano, também apresenta um bom nível, assim como o Egito, que tem bons atletas. Mas queremos chegar bem preparados na competição e brigar pela classificação”. analisou.

O assistente técnico da Seleção, Hélio Lisboa Justino, o Helinho, divide a mesma opinião de Jordi. Para ele, Espanha e Suécia são equipes fortes, mas isso não impede que a Seleção jogue bem e avance às oitavas. “A Espanha está sempre chegando às finais dos campeonatos europeus. A Suécia tem tradição na modalidade e é uma das melhores escolas. Isso não impede que a gente consiga vencê-los. Estamos desenvolvendo um bom trabalho e vamos nos empenhar bastante pela nossa classificação”, destacou.
No grupo A estão as Seleções da Angola, Dinamarca, França, Rússia, Sérvia e Tunísia, com sede em Banja Luka.

Alemanha, Argélia, Croácia, Holanda, Qatar e Suíça integram o B, com jogos na cidade de Ljubuški.
Argentina, Bósnia, Congo, Coréia, Eslovênia e Hungria estão no C, em Sarajevo.

As quatro melhores equipes de cada grupo avançam às oitavas de final. As demais disputam a Presidents Cup para definir posições na classificação final.
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Seleção Brasileira de Handebol volta ao país e fala sobre o desempenho


A seleção brasileira está de volta ao país após a participação no Mundial masculino de handebol, que está sendo disputado na Espanha. Eliminada nas oitavas de final com uma derrota para a Rússia, a equipe ficou com a 13ª posição, registrando assim sua melhor colocação na história da competição. O desempenho agradou o técnico Jordi Ribera.

"Tínhamos um grupo novo, com jogadores que ainda não haviam participado de uma competição deste nível", afirmou Ribera, que reassumiu a seleção em 2012 e teve como prioridade a renovação do grupo.

"Estivemos bem com nossa defesa, principalmente nos jogos contra a Tunísia e Montenegro. Para nós, ter terminado em terceiro do grupo na fase classificatória já foi um resultado histórico", completou.

O fato de a partida pelas oitavas de final ter sido definida apenas nos minutos finais também foi motivo de satisfação para o comandante. "Mesmo com a eliminação no jogo contra a Rússia, nossa trajetória já tinha sido extraordinária. A equipe foi muito bem e teve oportunidade de ganhar de uma seleção de peso.

Nosso pensamento principal é olhar para o futuro e fico muito feliz em ver o desempenho desses jovens jogadores já nessa competição. Saímos do Mundial realizados e com a certeza que temos um caminho muito positivo pela frente", acrescentou.

Uma das novidades promovidas por Ribera é o armador Arthur Patrianova, de 19 anos, que aprova a experiência no Mundial da Espanha. "Até então, eu só havia jogado com equipes consideradas da segunda divisão do handebol mundial e saber que conseguimos enfrentar seleções consagradas com igualdade foi muito bom. Com esse resultado, damos ainda mais valor a todo o trabalho que foi feito", declarou.

Atleta mais experiente do time, Diogo Hubner também aprovou a participação do Brasil, mas ressalta: "Fizemos história e sabemos que podíamos mais um pouquinho. Mas dessa vez não deu".
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Brasil perde para a Rússia por 27 a 26 e se despede do Mundial



Apesar da eliminação nas oitavas de final do Mundial neste domingo, com a derrota por 27 a 26 para a Rússia, o técnico da Seleção Brasileira masculina de handebol, Jordi Ribera, se mostrou satisfeito com atuação de seus comandados e pediu que eles mantenham a cabeça erguida, já pensando no futuro.

"Estou muito orgulhoso da minha equipe. Tivemos os mesmos méritos da Rússia para obter a classificação.

Viemos para adquirir experiência para os Jogos Olímpicos do Brasil e demonstramos qualidade, integridade e saber jogar. Podemos olhar para o futuro com otimismo", destacou.


Ribera lembrou a seus jogadores que a equipe foi derrotada para a Rússia por apenas um gol, quando, segundo ele, o normal seria uma vitória tranquila da tricampeã mundial.

"Tivemos um comportamento excelente. Terminar em terceiro lugar na fase de grupos já foi algo histórico. Antes de começar, disse a meus jogadores que, independentemente do resultado desta partida, a trajetória já foi extraordinária", relatou.

Por sua vez, o treinador da Rússia, Oleg Kuleshov, parabenizou a Seleção Brasileira pela apresentação, exaltando a rapidez e a eficiência da equipe.

"Brasil nos surpreendeu, e ficamos nervosos no começo do jogo porque não conseguimos utilizar aquela que é nossa melhor arma, o contra-ataque", comentou.

Entretanto, ao ser perguntado se em algum momento temeu pela eliminação, Kuleshov foi breve e taxativo: "não".
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Seleção Brasileira vai encarar a Rússia nas oitavas


A Seleção Brasileira de handebol está se preparando para enfrentar a Rússia, nas oitavas de final do Mundial de handebol masculino, que está sendo disputado na Espanha. Neste domingo, o Brasil entra em quadra às 14h30 (de Brasília), depois de se classificar para as oitavas de final pela segunda vez na história.

Para avançar, a Seleção derrotou, na última sexta-feira, a seleção de Montenegro por 26 a 25 e ficou em terceiro no Grupo A. Assim, o Brasil vai pegar a Rússia, segunda colocada na chave B. A classificação, para o Brasil, foi muito importante, já que mostra que o planejamento do técnico espanhol Jordi Ribera vem trazendo resultados.

O duelo no Pabellón Principe Felipe, em Zaragoza (ESP), promete ser equilibrado, já que os russos são conhecidos pela forte marcação, pela força física e pela qualidade técnica apurada.

"Quando a Alemanha ganhou da França, na última rodada e nos abriu a porta dessa terceira posição, também nos abriu a porta da esperança. Se tivesse ficado com o quarto posto do grupo, o Brasil iria enfrentar a Dinamarca, líder do grupo B, portanto, conseguir o terceiro lugar foi já uma vantagem", frisou Jordi Ribera.

"A Dinamarca está em um nível impressionante e por ficar em terceiro, acabamos pegando a Rússia, que é evidentemente muito poderosa, tem jogadores muito altos e fortes, mas acredito que temos mais possibilidades do que se tivéssemos cruzado com Dinamarca", completou o treinador espanhol.

O goleiro Rick, um dos principais destaques da Seleção Brasileira, afirma que o objetivo inicial traçado pelo Brasil já foi atingido. "Nosso primeiro objetivo era se classificar. Não importava se em terceiro ou quarto, chegamos aqui pensando nisso. Depois da nossa derrota para a Alemanha com aquela diferença que ninguém esperava, crescemos muito. Após a vitória para a Argentina e o placar ajustado contra a França, nossa equipe ficou ainda mais animada. Depois disso, só crescemos de lá para cá e conseguimos as outras duas vitórias", observou.

O arqueiro ainda ressaltou que o bom desempenho do sistema defensivo tem sido o principal motivo do sucesso da Seleção Brasileira. "Minha atuação depende muito da defesa, que tem funcionado bem e ditado o ritmo do nosso jogo. Vamos estudar bem os russos. O Jordi tem muito conhecimento e sempre dita os jogos para a gente. Vai ser um jogo duro, mas se entrarmos com a mesma vontade que tivemos nos últimos confrontos, tenho certeza que temos chances. Estou bem confiante disso", finalizou Rick.
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Seleção brasileira vence e avança em 3.ª no Mundial

BARCELONA - Depois da seleção feminina, agora é a vez de o time masculino brasileiro de handebol fazer história. Nesta sexta-feira, a equipe venceu Montenegro por apertados 26 a 25 e avançou às oitavas de final do Mundial da Espanha no terceiro lugar do Grupo A. Esta já é a melhor campanha do País na competição. Em 2011, as mulheres conquistaram um inédito quinto lugar jogando em casa.


Brasil faz sua melhor campanha na história do Mundial.

O Brasil só havia passado às oitavas uma vez, em 1999, no Egito, quando ficou em quarto no seu grupo.

Depois, porém, a equipe foi atropelada pela Espanha e terminou no 16.º lugar. Nas últimas seis edições, a seleção brasileira não avançou de fase, ficando sempre entre o 19.º e o 21.º na classificação geral.

Para o técnico Jordi Ribera, espanhol que comanda o Brasil, a vitória sobre Montenegro "abre as portas da esperança" para a equipe que, na próxima fase, vai pegar a Rússia, time que tem dois títulos no currículo, mas não termina no pódio desde 1999.

"Quando a Alemanha ganhou da França, se abriu a porta para este terceiro lugar, que é bom, porque a Dinamarca está jogando em um nível impressionante", disse ele, comemorando não ter que enfrentar os dinamarqueses, campeões do Grupo B.

Para Ribera, a Rússia é uma adversária "poderosa, que joga no contra-ataque, e com jogadores altos e fortes". Para se classificar, o Brasil venceu também a Tunísia e a arquirrival Argentina, perdendo apenas para Alemanha e França, duas escolas tradicionais no handebol.
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Seleção Brasileira enfrenta Montenegro nessa sexta-feira pelo Mundial Masculino

Depois de vencer a Tunísia nesta quarta-feira, a seleção brasileira de handebol masculino enfrenta a seleção de Montenegro nesta sexta-feira, pelo mundial de handebol masculino na Espanha.


O Brasil que até ontem havia ganhado somente da Argentina, apresentou um bom desempenho sobre a seleção tunisiense, com boa marcação e barrando os lançamentos de longa distância, a principal arma da equipe da Tunísia.
O destaque da seleção foi o goleiro Luis Ricardo Nascimento. Ele segurou o placar favorável para o Brasil, que venceu o jogo por 27-22.
Com a vitória de ontem, o Brasil ocupa a quarta posição do grupo A, atrás da França, Alemanha e Tunísia. Nesta colocação, os brasileiros garantem vaga nas oitvas de final, que começam a ser disputadas no dia 20.
A próxima partida da seleção, e última da primeira fase, será contra Montenegro na sexta-feira. O jogo acontece na cidade de Granollers, na Espanha, às 20h45 do horário local (17h45 em Brasília).
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Brasil vence a Tunísia no Mundial e se classifica

Jogando no Palácio de Esporte de Granoller, cidade vizinha a Barcelona, a Seleção Brasileira bateu a Tunísia por 27 a 22, chegou a quatro pontos e garantiu sua classificação às oitavas de final do Mundial de Handebol Masculino. Já classificada, a equipe enfrenta Montenegro na sexta-feira pela última rodada da fase de grupos. 

Na partida de hoje os brasileiros não tiveram grande dificuldades. A Tunísia, que vinha empolgada com vitória sobre a forte Alemanha, saiu na frente e abriu 2 a 0. O Brasil empatou na sequência, mas o tunisianos voltaram a ficar na frente (3-2) aos 11 minutos do primeiro tempo. Essa foi a última vez que os africanos comandaram o placar. O Brasil foi abrindo boa vantagem e chegou a liderar por boa vantagem (9-4) até terminar o primeiro tempo com dois de vantagem (13-11).

Brasil comemora efusivamente a vitória sobre a Tunísia no
Mundial de Handebol na Espanha (Foto: AFP)

Na segunda etapa, o Brasil foi aumentando a vantagem aos poucos até chegar no final da partida com um distância segura de cinco gols. (27-22). Os artilheiros brasileiros foram Lucas, com cinco gols, Zeba e o craque Felipe Borges (4). Arthur, Japa  e Vinicius (3), Thiago Santos(2), Tchê Thiagus e Diogo(1) também marcaram.
O Mundial tem quatro grupos de seis seleções, classificando-se quatro de cada grupo às oitavas-de-final. O Brasil está no grupo A e tem 4 pontos. Os brasileiros bateram a Argentina, perderam para as fortes Alemanha e França e venceram agora a Tunísia. A equipe joga agora com Montenegro, lanterna e seleção mais fraca do grupo, antes das oitavas, marcadas para os dias 20 e 21 de janeiro.
 
Vinicius marcou duas vezes contra a Tunísia (Foto: EFE)

Esta é a 11ª participação brasileira nos 23 Mundiais de Handebol masculino realizados até hoje. A melhor campanha nacional foi no Mundial de 58, quando o Brasil ficou em 15º entre 16 competidores. Já em 1999, a seleção ficou em 16º lugar entre os 24 participantes.
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Brasil perde para a atual campeã olímpica França

A França, equipe campeã olímpica de handebol e favorita para ganhar o mundial 2013, venceu nestaterça-feira o Brasil, por 27 a 22. Sem surpresas, portanto, os bleus se classificaram para as oitavas de final do Mundial de Handebol, que acontece em Granollers, nordeste da Espanha. 


Os brasileiros ofereceram pouca resistência aos bicampeões mundiais, assim como o time de Montenegro, que perdeu no domingo por 20 a 32. Omeyer e Michael Guigou foram os destaques do jogo.

Favorita ao título de campeã do mundial, a equipe francesa é considerada a melhor do mundo, com quatro títulos mundiais e a medalha de ouro nas Olimpíadas de Londres, em 2012. Já a seleção masculina brasileira, nunca venceu um mundial, sua melhor posição foi na copa de 1958, quando ficou em 15º lugar. 

Essa foi a terceira rodada da competição. Até o momento os brasileiros obtiveram uma vitória sobre a Argentina e uma derrota para a Alemanha. Já os franceses seguem invictos, depois de vencerem a Tunísia, Montenegro e agora, o Brasil.

O próximo desafio francês será na quarta-feira, contra a Argentina. Na sexta, a disputa será contra a Alemanha. A primeira fase do mundial será disputada até o dia 18 de janeiro, no dia 20 é dado início as oitavas de final. As quartas serão no dia 23, seguidas pelas semifinais no dia 25 e a grande final acontece no dia 27 deste mês.
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Brasil vence Argentina e se recupera no Mundial

A Seleção Brasileira Masculina de Handebol se recuperou da derrota, na estreia, para a Alemanha e venceu a Argentina, por 24 a 20, neste domingo, pela segunda rodada do 23° Campeonato Mundial, em Granollers, na Espanha.

Com o resultado, o time brasileiro mantém chances de classificação à segunda fase da competição. O Brasil está no grupo A e ainda irá jogar contra França, Tunísia e Montenegro. O próximo jogo será contra os franceses, atuais campeões olímpicos, na terça-feira, dia 15, às17h45 (Brasília).

 
 
Os argentinos começaram abrindo o placar, mas rapidamente o Brasil impôs o ritmo da partida e garantiu três gols de vantagem. Depois, a Seleção Brasileira teve dois jogadores excluídos, por dois minutos, e a Argentina aproveitou para empatar.  Antes do final da primeira etapa, num tiro de sete metros, Zeba colocou os brasileiros na frente (9 a 8).

No segundo tempo, através de contra-ataques, o time brasileiro ampliou a diferença em um gol. Porém, os atuais campeões dos Jogos Pan-Americanos reagiram e conseguiram a virada (11 a 10).  O Brasil conseguiu se reequlibrar e, a exemplo do que fizeram os argentinos no primeiro tempo, também se aproveitou de exclusões de jogadores adversários para retomar a liderança no marcador.

Zeba, capitão da equipe brasileira, foi eleito o melhor em quadra. Ele marcou oito gols e destacou o poder de decisão da Seleção.

- Foi uma partida equilibrada como todas as outras entre Brasil e Argentina. Tivemos êxito nos momentos difíceis. Na hora de decidir, conseguimos finalizar bem e terminar bem o jogo.

Para o técnico argentino, Eduardo Gallardo, a defesa brasileira comandada pelo goleiro César "Bombom" foi fundamental para o resultado.

- Foi uma partida de duas defesas muito boas. Não pudemos resolver o ataque. Em momentos decisivos tivemos várias falhas e eles fizeram o correto na hora certa.
 
 Brasileiros comemoram muito o resultado

Os gols brasileiros foram marcados por Zeba (8), Arthur (5), Borges (3), Japa (2), Lucas (2), Thiago (1), Diogo (1), Chiuffa (1) e Vinícius (1). Para a Argentina, Federico Fernandez (5), Diego Simonet (5), Federico Vieyra (4), Federico Pizarro (3) e Sebastián Simonet (3).

Demais resultados da rodada:

Grupo A - Granollers
Tunísia 25 x 23 Alemanha
Montenegro 20 x 32 França

Grupo B - Sevilla
Chile 22 x 38 Islândia
Catar 30 x 34 Macedônia
Rússia 27 x 31 Dinamarca

Classificação:

Grupo A
1° França 4
2° Alemanha 2 (saldo +8)
3° Tunísia 2 (saldo -1)
4° Argentina 2 (saldo -6)
5° Brasil 2 (saldo -6)
6° Montenegro 0

Grupo B
1° Dinamarca 4 (saldo +18)
2° Macedônia 4 (saldo +6)
3° Islândia 2 (saldo +11)
4° Rússia 2 (saldo +1)
5° Catar 0 (saldo -18) (57 gols)
6° Chile 0 (saldo -18) (50 gols)

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O técnico da Seleção Brasileira masculina de handebol, Jordi Ribeira, lamentou a queda do rendimento da sua equipe no decorrer da estreia do Campeonato Mundial da modalidade, na derrota contra a Alemanha, por 33 a 23, neste sábado.

A derrota com larga vantagem veio depois de um primeiro tempo equilibrado, vencido pelos alemães por 12 a 10. "A estreia é sempre difícil para todas as equipes, esperávamos surpreender. Fizemos um bom primeiro tempo, na qual poderíamos ter tido vantagem de um ou dois gols, mas falhamos em lançamentos fáceis", disse o treinador.

Ribera comentou que a disparada no placar dos rivais se deu, principalmente, pela queda do rendimento defensivo. "Quando o placar se abriu, tudo ficou muito fácil para a Alemanha", comentou o espanhol.

Esta foi a primeira partida do Grupo A do Campeonato Mundial, que ainda conta com Argentina, França, Montenegro e Tunísia. O Brasil volta a jogar neste domingo, contra os argentinos, em Granollers, palco também da primeira partida da Seleção.
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Seleção Brasileira Masculina estreia sábado (12) às 13h no Mundial

Em processo de renovação, a seleção brasileira de handebol estreia no Mundial masculino da Espanha às 13h (de Brasília) deste sábado, diante da Alemanha. A partida será disputada no Palácio de lós Desportes de Granollers, cidade-sede do grupo A da competição.

Assim como o Brasil, a seleção alemã passa por reformulação em seu elenco após não conquistar vaga nos Jogos Olímpicos-2012. Tradicional no cenário europeu, a equipe viveu momentos difíceis na última temporada, mas voltou a jogar bem em suas últimas exibições.

“A atual Seleção da Alemanha passou pela troca de uns seis ou sete jogadores. Na última temporada, eles tiveram alguns problemas nos campeonatos europeus, não obtendo os resultados esperados, mas os últimos jogos que fizeram o nível foi muito melhor. Na quarta-feira disputaram um amistoso contra Omã e venceram por dez gols de diferença", analisa Jordi Ribera, técnico da seleção brasileira.
Antes da disputa do mundial, o Brasil participou de quadrangular preparatório para a competição em Madri, junto a Chile, Japão e Espanha. Após duas vitórias por goleada sobre os sul-americanos e asiáticos, a seleção acabou derrotada pela anfitriã e terminou na segunda colocação. Apesar disso, Ribera exalta as apresentações de sua equipe, considerando a experiência importante na preparação para o Mundial.

"Fizemos bons treinos e jogos nas últimas semanas e a equipe se portou bem em quadra”, afirma, ressaltando ser importante estrear com o pé direito contra um dos principais adversários do grupo.
“A primeira partida de um campeonato é sempre difícil e temos que romper este estigma. É claro que temos que tomar cuidado em todas as apresentações, a partir desta primeira. A Alemanha tem contra-ataques muito fortes e praticamente todos os seus jogadores atuam na Bundesliga, que é um dos campeonatos mais fortes da Europa", completa.

Um dos novos jogadores no ciclo de renovações promovido por Ribera, o goleiro César Bombom confessa nervosismo para a estreia da seleção no Mundial, principalmente por conta da tradição alemã. Apesar disso, garante que a equipe está preparada para qualquer desafio na competição.

"Já estamos com um friozinho na barriga. Isso sempre bate. Vamos fazer a nossa estreia contra um time europeu de muita tradição, mesmo que esteja sendo renovado. Não haverá nenhuma partida tranquila nesta competição. São todas equipes de alto nível, por isso, não importa o adversário, temos que estar preparados", analisa.

Na primeira fase, disputada até o dia 18 de janeiro, o Brasil encara também Argentina, Montenegro e Tunísia. Caso não termine na lanterna do grupo, a seleção avança às oitavas.
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Seleção Juvenil Feminina se reúne para treinamentos no Paraná

A Seleção Brasileira Juvenil Feminina de Handebol se apresentou nesta segunda-feira em São José dos Pinhais (PR) para a primeira fase de treinamentos do ano de olho nas próximas competições: o Campeonato Pan-Americano e o Mundial de Montenegro. Essa etapa da preparação, que reúne 32 jogadoras e está sendo feita na quadra do Metal Clube de Campo, a Chácara dos Metalúrgicos, será encerrada na próxima sexta-feira.

Os treinos marcam a estreia do técnico Gabriel Citton à frente da equipe.

"Já fui auxiliar-técnico das categorias Cadete, Juvenil e Junior. Então, fico feliz pela oportunidade, como reconhecimento ao meu trabalho", comemorou o treinador, que demonstra otimismo em relação ao novo desafio.

"Vamos começar do zero, porque é a primeira vez que essa geração, nascida em 1994 e 1995, se concentra. Temos o Pan pela frente e queremos ir bem para garantir vaga no Mundial".

Gabriel explicou como será a rotina dos treinos em São José dos Pinhais.

"Como são muitas jogadoras, vamos dividi-las em dois grupos. Cada um treinará duas vezes por dia: de manhã e à tarde", contou.

Ele analisou as características das convocadas.

"Chamamos meninas observadas por mim e por outros dirigentes da Seleção. É uma geração com potencial muito bom. Elas têm estatura adequada e nosso grande desafio será aliar isso à velocidade. Nossa Seleção Adulta, por exemplo, tem ótima altura e vem conseguindo resultados expressivos. A ideia é dar sequência a esse perfil e ao trabalho que vem sendo desenvolvido."

Atletas convocadas

Goleiras

Aline Christina Massaro Costa
Bianca Freitas da Silva
Fernanda Fonseca Pimentel
Tatiana Ramos Alves
Roberta da Silva Costa

Armadoras

Anna Caroline Rodrigues (direita)
Carolline Dias Minto (direita)
Fabiane da Silva Santos (direita)
Carolina Lourenço Ferreira (esquerda)
Ligia Costa Maia da Silva (esquerda)
Rúbia Wilhelms França (esquerda)
Sarah Vandekolken Salles Oliveira (esquerda)
Tauani Martins Schneider (esquerda)

Centrais

Amanda Nayara Farias
Bruna Xavier Pereira
Gabriela Pessoa Constantino
Marcella Ferreira Chaves Cosme


Pontas

Ana Claudia Bolzan e Silva (esquerda)
Camila Luana Siqueira Felipe (direita)
Eduarda Mazzanti Machado (esquerda)
Francyele Marçal de Souza Lira (direita)
Isabelle dos Santos Medeiros (direita)
Juliane Batistel Avila (direita)
Jéssica Nogueira de Souza (esquerda)
Jade Andrade Monteiro (esquerda)
Mayara de Andrade Teixeira de Souza (direita)
Valquiria Nascimento de Oliveira (direita)

Pivôs

Alana Anker Vieira
Luiza Francisca Hreçay
Nadyne Keller Morcineck
Paloma Pfiffer Muniz
Tamires Morena Lima de Araujo
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Seleções Masculina e Feminina voltam atenção para o Mundial de Omã

Embaladas pelas medalhas de ouro conquistadas no Pan-Americano de Montevidéu, no Uruguai, no último domingo, as Seleções Brasileiras Adultas de Handebol de Areia voltam agora suas atenções para o principal objetivo do ano: o Campeonato Mundial de Omã, na Ásia, em julho. As comissões técnicas das duas equipes prepararam trabalho físico especial para os atletas seguirem em seu clubes de março a maio e, em junho, eles voltam a se reunir para a fase final de treinamento antes da viagem.

O Pan-Americano foi classificatório para o Mundial. A Seleção Masculina, que conquistou seu quarto título na competição, já entrou com vaga garantida por ser a atual campeã mundial. A Feminina chegou ao tricampeonato no torneio continental e carimbou o passaporte para Omã. O presidente da Confederação Brasileira de Handebol (CBHb), Manoel Luiz Oliveira, destacou que está muito feliz com o início de ano promissor da modalidade.

"Encerramos 2011 com o quinto lugar histórico da Seleção Feminina de quadra no Mundial de São Paulo, o que me deixou muito feliz. Agora, começamos 2012 muito bem, com os dois ouros pan-americanos no handebol de areia e a classificação das meninas para o Mundial", comemorou. "É um ano muito importante para o handebol. Esperamos continuar nessa boa sequência de resultados com a conquista da vaga da Seleção Masculina de quadra para os Jogos de Londres, no Pré-Olímpico da Suécia, em abril", completou.

Os jogadores das seleções de handebol de areia passarão o período de março a maio em seus clubes, mas todos seguirão o mesmo trabalho físico preparado pelos integrantes da comissão técnica das equipes nacionais. Em junho, 17 atletas do masculino e 16 do feminino voltam a se reunir para treinos no Nordeste (o local ainda não foi definido). O objetivo é aproveitar o clima quente da região, parecido com o que encontrarão em Omã, para fazerem adaptação. No fim dessa fase de treinamento, dez atletas de cada categoria serão convocados para o Mundial.

No masculino, que vai em busca do tricampeonato na Ásia, os principais adversários do Brasil serão Croácia, Rússia, Espanha, Ucrânia e a seleção anfitriã.

"Nosso objetivo é subir no pódio. Temos uma equipe bem entrosada. Vou escolher entre 20 atletas que vêm trabalhando juntos desde novembro. É um grupo novo, mas experiente", comentou o técnico Antônio Guerra. "As seleções europeias virão com tudo, mas temos totais condições de ir bem. A CBHb não tem medido esforços para nos ajudar e queremos continuar correspondendo", completou.

A Seleção Feminina, comandada pela técnica Rossana Marques, quer o segundo título mundial. Os principais adversários das brasileiras serão Croácia, Itália, Noruega e Hungria. Na última edição do campeonato, em 2010, na Turquia, a equipe ficou com a medalha de bronze.

"Estamos com esse resultado engasgado", brincou Rossana. "Nosso objetivo é o ouro. É uma competição difícil e não podemos vacilar, mas temos jogadoras de qualidade e, com o trabalho que está sendo feito, acredito que vai dar tudo certo."
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Mundial despertou interesse do público brasileiro pelo esporte

O saldo do Mundial Feminino de Handebol foi muito positivo para o Brasil. Essa é a visão do presidente da Confederação Brasileira de Handebol (CBHb), Manoel Luiz Oliveira, ao analisar a competição, disputada em São Paulo, São Bernardo do Campo, Santos e Barueri entre os dias 2 e 18 de dezembro. A Seleção Brasileira ficou na quinta posição, a melhor participação na história dos Mundiais. A campeã foi a Noruega, que bateu a França na final.

"Mostramos para o Brasil e para o mundo que o nosso handebol tem qualidade. A equipe jogou nove partidas, ganhou oito, conseguiu uma posição histórica e ainda tivemos a melhor goleira do campeonato (Chana Masson), que também foi escolhida pelo Comitê Olímpico Brasileiro como a melhor atleta do handebol no ano. Para nós, foi extremamente positivo. Foi importante não só para o Brasil, mas para as Américas, que receberam pela primeira vez um campeonato adulto indoor. Isso trouxe uma repercussão excelente", disse Manoel.

Segundo Manoel, o Mundial Feminino foi o maior evento já organizado pela CBHb.

"Supera, e muito, tudo o que fizemos antes, mas nos preparamos para isso", afirmou. A Confederação já havia realizado o Mundial Júnior Feminino (1995, em Aracaju), o Mundial Júnior Masculino (2003, em Foz do Iguaçu e São Miguel do Iguaçu) e os Mundiais Adultos Feminino e Masculino de Handebol de Areia (ambos em 2006, no Rio de Janeiro).

O futuro do handebol brasileiro é promissor, de acordo com o presidente. Ele enfatizou que a presença de público nos jogos do Brasil demonstra que, aos poucos, a modalidade vai ganhando força. Além disso, aposta que a quinta posição - antes, o melhor resultado havia sido o sétimo lugar em 2005, na Rússia - vai contribuir para o desenvolvimento do esporte no País.

"Para ter patrocinador, mídia e público, você tem de ter resultado, formar ídolos. E tudo isso eu creio que foi conquistado no Mundial. A mídia brasileira despertou para o handebol e descobriu que o Brasil é competitivo. As atletas foram idolatradas por quem assistiu aos jogos. Com certeza, tudo isso dará contribuição muito importante para que surjam novos praticantes e patrocinadores."

Com a experiência adquirida, Manoel acredita que a CBHb poderá ajudar na organização dos Jogos Olímpicos de 2016, no Rio.

"Lá, serão muitos campeonatos mundiais ao mesmo tempo. Com certeza, o Mundial Feminino nos deixou um legado positivo para nos aperfeiçoarmos e corrigirmos o que erramos e ainda ajudar nossas equipes a serem vencedoras."

A expectativa do dirigente é de que o Brasil suba ao pódio nos Jogos Olímpicos de Londres, no ano que vem.

"No Mundial, as chaves são mais difíceis. Esperamos voltar de Londres com medalha", confirmou.

Segundo Manoel, além da boa participação das equipes em Londres - a masculina ainda não tem vaga garantida e vai disputar o Pré-Olímpico - um dos objetivos em 2012 é a inauguração do Centro Nacional de Desenvolvimento, em São Bernardo do Campo, para servir de base para as seleções e para treinar gestores, professores e preparadores físicos, entre outros profissionais.

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