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Confederação de handebol lança projeto para criar "Seleções B"

Manoel Luiz de Oliveira discursou neste sábado, no último dia da Assembleia Geral da CBHb


Presidente da Confederação Brasileira de Handebol (CBHb), Manoel Luiz Oliveira lançou neste sábado um projeto a fim de melhorar as categorias de base da modalidade. De olho nos Jogos Olímpicos de 2016 e 2020, o mandatário pretende criar centros de treinamento pelo País para criar "Seleções Nacionais B", com atletas entre 16 e 21 anos.

O projeto conta com a realização de cinco fases de treinamento por ano, com duração de até dez dias. Os treinos serão seletivos e terão atletas mais novos. Assim, poderão ser formadas equipes nacionais com 28 jogadores: as seleções de cada centro jogariam entre si para que os melhores fossem escolhidos.

"Com esse projeto, vamos realizar um sonho e contribuir para revelar talentos e proporcionar o maior nível de desenvolvimento do handebol em nossa história. Todos os Estados serão beneficiados com a chance de ter atletas e dirigentes na Seleção", disse Manoel Luiz Oliveira, durante a Assembleia Geral Ordinária da entidade, em Aracaju, no Sergipe.

Para abrigar um dos centros, as cidades candidatas precisam ter a seguinte estrutura: um ginásio nas medidas oficiais e com piso flutuante, atendimento médico, fisioterápico e odontológico, alojamento, alimentação, água, gelo, transporte interno, segurança e sala de reunião.

2012:

Principal "joia" da CBHb, a Seleção Brasileira feminina será formada novamente em março para amistosos em Londres contra a Noruega (atual campeã mundial) e Inglaterra - duas possíveis adversárias na Olimpíada de 2012.

Visando aos Jogos, a equipe nacional que ficou com o quinto lugar do último Mundial ainda passará por um período de treinamentos em abril, no Hypo - clube da Áustria que possui quase metade de componentes da Seleção. Já em maio e junho estão programados amistosos na Turquia e, em julho, mais jogos-treinos em Alemanha e Holanda, contra os times da casa.

"De abril a dezembro de 2011, ficamos 79 dias juntos, entre treinos e jogos, o que é muito bom. Esse é o sistema utilizado em todo o mundo e é o que vamos continuar fazendo", comentou o dinamarquês Morten Soubak, técnico da Seleção feminina. "A Olimpíada deste ano será pedreira, com partidas muitos equilibradas, mas mostramos que somos capazes ao ficarmos entre os melhores do mundo. Estamos muito motivados e vamos fazer o nosso melhor para realizar esse sonho", acrescentou.

Campeã dos Jogos Pan-Americanos, a Seleção Brasileira feminina já está classificada para a Olimpíada de 2012. Já o time masculino, que perdeu na decisão do Pan para a Argentina, terá que disputar um Pré-Olímpico em abril para tentar as vagas remanescentes.
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CBHb anuncia criação de centros de treinamento pelo Brasil

Um projeto que promete mudar a cara do handebol brasileiro foi tratado no segundo e último dia da Assembleia Geral Ordinária 2012, neste sábado, em Aracaju (SE). O presidente da Confederação Brasileira (CBHb), Manoel Luiz Oliveira, apresentou aos 27 presidentes das federações estaduais a ideia dos Centros Regionais de Desenvolvimento. Serão seis núcleos pelo Brasil. Os estados que disponibilizarem a estrutura necessária poderão candidatar uma cidade até 16 de março para receber uma unidade. O projeto está sendo desenvolvido com objetivos a longo prazo: a Olimpíada de 2016 e 2020.

Para abrigar um dos centros, as candidatas precisam oferecer a seguinte estrutura: um ginásio nas medidas oficiais e com piso flutuante, atendimento médico, fisioterápico e odontológico, alojamento, alimentação, água, gelo, transporte interno, segurança e sala de reunião. Após a escolha das cidades, as unidades devem começar a ser organizadas entre abril e maio.

Cada região do país terá um centro. Por isso, a CBHb dividiu o território nacional em seis grandes grupos, que ficaram assim:

Grupo 1: Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e Mato Grosso do Sul
Grupo 2: São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo
Grupo 3: Distrito Federal, Goiás, Tocantins e Mato Grosso
Grupo 4: Bahia, Sergipe, Alagoas, Pernambuco e Paraíba
Grupo 5: Rio Grande do Norte, Ceará, Piauí, Pará e Maranhão
Grupo 6: Acre, Amazonas, Amapá, Rondônia e Roraima

O projeto prevê a realização de, no mínimo, cinco fases de treinamento por ano, cada uma com duração de oito a dez dias. Os treinos reunirão jogadores entre 16 e 21 anos e serão seletivos. A primeira etapa relacionará de 28 a 42 atletas, tanto no masculino como no feminino. Na segunda, o número diminuirá para 21 e, finalmente, para 16 em cada centro, totalizando 96. Esse grupo final participará de um acampamento nacional ao lado de quatro dirigentes e com a participação dos técnicos das seleções olímpicas.

Na fase final, as seleções desses centros jogarão entre si com o objetivo de formar a Seleção Brasileira B, que terá 28 nomes. A equipe nacional será integrada por 28 nomes, tanto no masculino como no feminino, que, junto aos remanescentes das seleções atuais, disputarão as competições adultas.

"Com esse projeto, vamos realizar um sonho e contribuir para revelar talentos e proporcionar o maior nível de desenvolvimento do handebol em nossa história. Todos os estados serão beneficiados com a chance de ter atletas e dirigentes na Seleção", destacou Manoel Luiz Oliveira.

O presidente da CBHb também ressaltou a importância de unificar a linguagem do handebol no Brasil.

"A modalidade está passando por um ótimo momento e queremos aproveitar para iniciar novos caminhos e padronizar o trabalho no País. O sistema seguido será o dos técnicos das Seleções Olímpicas. Eles acompanharão o projeto de perto, inclusive indo aos centros e ao acampamento nacional."

A Assembleia Geral Ordinária também tratou de outros temas, como a Escola Nacional de Treinadores. O curso teve seu primeiro módulo realizado em 2011 na Praia Grande, em São Paulo, e, neste ano, terá continuidade, novamente com profissionais de ponta, inclusive do exterior. Também foi discutido o planejamento para as seleções nacionais de base e adultas para as Olimpíadas de Londres-2012 e do Brasil-2016, em especial a Seleção Olímpica Feminina, com a presença do técnico Morten Soubak.

O treinador destacou que o objetivo é dar sequência ao trabalho desde já, de olho, primeiramente, na inédita medalha olímpica em Londres.

"De abril a dezembro, ficamos 79 dias juntos, entre treinos e jogos, o que é muito bom. Esse é o sistema utilizado em todo o mundo e é o que vamos continuar fazendo", comentou.

"As Olimpíadas deste ano serão pedreira, com partidas muitos equilibradas, mas mostramos que somos capazes, ao ficarmos entre os melhores do mundo. Estamos muito motivados e vamos fazer o nosso melhor para realizar esse sonho", completou Morten, que conquistou com as meninas ótimos resultados em 2011: ouro no Pan-Americano de Seleções, ouro nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara e o inédito quinto lugar no Mundial do Brasil.

A primeira atividade da Seleção Olímpica Feminina em 2012 serão dois amistosos - contra Noruega e Inglaterra - em Londres, em março. Em seguida, em abril, a equipe fará uma fase de treinamentos no Hypo, da Áustria, um dos melhores clubes europeus e que tem convênio com a CBHb. Em maio e junho, as meninas farão amistosos na Turquia e, em julho, mais jogos-treinos na Alemanha e na Holanda, contra os times da casa.

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Clube da Áustria (Hyppo) terá 8 jogadoras da nossa Seleção

A CBHb (Confederação Brasileira de Handebol) fechou parceria de cooperação técnica com a equipe austríaca Hyppo, que a partir deste mês já contará com oito jogadoras da seleção nacional. O técnico Morten Soubak irá ao país europeu no fim deste mês ou início de agosto e retornará periodicamente para acompanhar o time.

Daniela Piedade (pivô), Alexandra Nascimento (ponta) e Francine Moraes (armadora) já defendem o clube austríaco; Ana Paula (central), Samira Pereira (ponta), Sílvia Helena (armadora), Fernanda França (ponta) e Bárbara Arenhart (goleira) embarcam para a Áustria no dia 16 e começam os treinos físicos de pré-temporada no dia 18.

Outras jogadoras que venham a ser convocadas para a seleção também poderão passar períodos treinando no Hyppo.

O objetivo do convênio é ter mais tempo de treino conjunto das garotas da seleção brasileira e também aproveitar a estrutura do Hyppo, um dos clubes mais fortes da Europa.

Para o técnico Morten, os benefícios são vários, já para o Pan de Guadalajara, em outubro (que dá vaga à Olimpíada de Londres-2012 à seleção campeã) e para o Mundial do Brasil, como jogos em quadro cidades de São Paulo, em dezembro.

- Atuando juntas, essas oito jogadoras terão entrosamento maior, o que acrescentará qualidade à seleção.

O treinador diz que o retorno do intercâmbio deverá ser mais visível para a Olimpíada de Londres-2012. Mas, mesmo no Mundial deste ano, Morten acredita que já se possa sentir alguma evolução.

Outras parcerias como essa, lembra, já deram resultado.

- A seleção da Romênia [uma das rivais do Brasil na primeira fase do Mundial] é formada por várias jogadoras que defendem o mesmo time, assim como a Noruega. E a evolução dessas duas equipes pode ser observada de longe. Espero que o nosso caso possa ser mais um bom exemplo.

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Brasil firma parceria com time Austríaco no Handebol

Confederação Brasileira de Handebol (CBHb) anunciou nesta quarta-feira uma parceria que promete auxiliar na evolução da seleção feminina. A partir deste mês, oito jogadoras que defendem o Brasil atuarão pela equipe austríaca Hyppo, com o objetivo de dar mais entrosamento ao grupo. Além disso, o técnico da seleção brasileira, o dinamarquês Morten Soubak, acompanhará de perto os trabalhos.

"Atuando juntas, essas oito jogadoras vão passar a ter um entrosamento muito grande, que acrescentará qualidade à seleção. Claro que teremos retorno em longo prazo, observando essa mudança principalmente na Olimpíada de Londres, no ano que vem. Mas imagino que no Mundial a gente já possa sentir alguma evolução", declarou o treinador do Brasil.

Apesar de pensar também na Olimpíada de Londres, a parceria tem como objetivo dar resultados já no Mundial Feminino de Handebol, que será disputado justamente no Brasil, de 3 a 16 de dezembro, em São Paulo. A seleção brasileira está no Grupo C da competição, ao lado de Romênia, França, Tunísia, Cuba e Japão. "A seleção da Romênia é formada por várias jogadoras que defendem o mesmo time, assim como a Noruega, e a evolução dessas duas equipes pode ser observada de longe. Espero que o nosso caso seja mais um bom exemplo", afirmou Morten Soubak.

Além da pivô Daniela, da ponta Alexandra e da armadora Francine, que já atuavam pelo time austríaco, a armadora Sílvia Helena, a central Ana Paula, a goleira Bárbara e as pontas Samira e Fernanda farão parte do grupo - embarcam para a Europa em 16 de julho, iniciando os treinamentos dois dias depois. No futuro, outras atletas que venham a ser convocadas também podem passar pelo Hyppo.

O contrato entre CBHb e o Hyppo tem duração de um ano, com possibilidade de renovação por mais um. "Só temos a ganhar. Pela carga horária de lá, realizamos 10 treinamentos por semana, com duas horas de duração cada um. Além disso, temos bons testes por disputar os campeonatos mais fortes da modalidade, como a Liga dos Campeões da Europa (que começa em outubro)", comemorou Daniela.

Fonte: Internet

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